Farmácia Natural  
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Dr.Pedro

ERVAS MEDICINA

ABACATEIRO "Persea Gratíssima": Rico em vitaminas e proteínas, é diurético, combate a gota, o ácido úrico e elimina cálculos
renais e biliares. É preferível usar as folhas secas, pois as verdes são estimulantes e aumentam as palpitações cardíacas. A
massa do abacate é fortificante dos cabelos e tem alto poder cicatrizante.

ABÚTUA "Chododendron Platyphyllum": A raiz e o tronco são as partes usadas. Muito útil nas dificuldades da menstruação
atrasada, cólicas e nas febres intermitentes.

ABSINTO "Artemisia absinthum":  Um ótimo estimulande, em pequenas doses. Ameniza a anemia e descarrega a bílis. Uma boa
receita é fazer um chá com hortelã e canela.  Evitar na gravidez e na lactação, é emenagogo.

AGONIADA "Plumeria lancifoliata": Calmante das histerias, ameniza cólicas, menstruações dificeis e dolorosas e febres
intermitentes. Substitui o quinino.

AGRIÃO "Sisymbrium nasturtium":  Com enxofre em grande quantidade é um ótimo anti-caspa, diminui e queda de cabelos, é
também um tônico estimulante, cicatrizante, depurativo, anti-inflamatório, descongestionante, digestivo, diurético e
antiescurbútico.

ALCACHOFRA "Cynara sculymus" Ótimo diurético e eliminador do ácido úrico, reumatismo, atua nos distúrbios hepáticos e
digestivos, aumenta a secreção biliar e faz baixar a pressão arterial. Evitar na lactação.

ALCAÇUZ "Glycyrhiza glabra"  De sabor adoçicado, é emoliente empregado na bronquite e tosses crônicas.

ALECRIM "Rosmarinus officinalis" Muito útil da debilidade cardíaca, é excitante do coração e do estômago. Combate a
flatulência, males do fígado, rins e intestinos. O chá é bom para combater a tosse, asma, gripe. Em banhos alivia o reumatismo e
cura feridas. Dose normal: De 5 a 10 gr. por litro.

ALFAFA "Medicago sativa" Suplemento alimentar, rica em vitamínas (K), minerais, contém potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
Age nas anemias e hemorragias. Revigorante nos casos de fadiga e alimentação insuficiente.

ALFAVACA "Occimum basilicum" Tem poder antisséptico, cura feridas e hematomas. A INFUSÃO forte pode ser usada em
gargarejos e bochechos contra dor de garganta, mau hálito e aftas. Serve ainda contra queda de cabelos (deixe agir por cinco
minutos e enxágue).

ALFAZEMA "Lavandula officinalis" Poderoso antisséptico, cicatrizante, estimula a circulação periférica, anti-depressiva,
sedativa e analgésica. É ainda desodorante, purificante e ótimo repelente de insetos.

ALGODOEIRO "Gossypium herbaceum" A parte usada é a casca da raiz recente e tem propriedade diurética e emenagoga.
Ameniza cólicas e dores do parto. Deve ser evitada na gravidez.

ALHO "Alium sativum"  Poderoso depurativo do sangue, é expectorante, antiséptico pulmonar, antinflamatório, antibacteriano,
tônico, vermífugo, hipoglicemiante, antiplaquetártio, antioxidante, diminui o colesterol e a viscosi-dade sanguínea. É altamente
indicado em diabetes, hipertensão, bronquites, asma e gripes.

AMEIXEIRA "Prunus Doméstica"  Tanto as folhas como o fruto, servem para soltar o intestino e regularizar as funções
digestivas. Como consequência melhoram a pele.

AMOREIRA "Morus Nigra"  As folhas são empregadas no combate ao diabetes, pedras nos rins e limpar a bexiga. Recentemente
descobriu-se ser util na reposição hormonal.

ANDIROBA "Carápa guaiananensis"  Semente amazônica que serve como repelente e como reconstituite celular da derme,
eliminando inflamações e dores superficiais. Tem ação purgativa na eliminação de vermes.

ANGÉLICA  "Angelica Officinalis" Planta aromática procedente do Hemisfério Norte. Muito indicada no trato digestivo e na
insuficiência de suco gástrico e problemas estomocais. Não é recomendado a diabéticos

ANIZ "Pimpinella anisum" A semente de aniz favorece as secreções salivares, gástricas e a lactação. É  indicado em dispepsias
nervosas, enxaquecas de origem digestiva, cólicas infantis, deficiências cardiovasculares (palpitações e angina), asma,
espasmos brônquicos e aumenta o leite materno. EVITE USO PROLONGADO,  pode causar intoxicação e confusão mental.

ARNICA "Arnica do Campo" Poderoso antinflamatório, tônico estimulante, antisséptica e analgésica. Um fitocom-plexo que
bloqueia a inflamação causada por traumatismos e reabsorve as células necróticas. Indicado em contusões, entorses,
hematomas e traumatismos, flebites, furúnculos e até mesmo afecções bucais.

APERTA RUÃO/PIMENTA DE FRUTO GANCHOSO " Piper aduncum"  Diurético, adstringente e tônico digestivo. A raiz em uso
externo combate a Erisipela.

AROEIRA "Schinus Terebinthifolius"  Balsâmico e adstringente empregada nas doenças de vias urinárias, como cistite. Nas
bronquites, gripes e resfriados, combate a febre e secreções.

ARRUDA "Ruta Graveoleons" A RUTINA (principio ativo) aumenta a resistência de vasos capilares sanguíneos, evita a ruptura,
provoca uma leve contração do útero, estimula as fibras musculares. Indicado especialmente nos reumatismos, nevralgias,
verminoses e problemas respiratórios, sua inalação abre os brônquios. É emenagoga, antiespasmódica e estimulante.

ARTEMISIA "Artemísia vulgaris"  Planta feminina que tem ação estimulante sobre o útero e deve ser evitada por mulheres
grávidas, por ser emenagoga. O CHÁ combate problemas de ovários, ciclo menstrual irregular, lombrigas e anemia (2 xícaras/dia
no máximo).

ASSA PEIXE "Bohemeria caudata" Muito eficaz contra a gripe, tosse forte e bronquite, aliviando dores no peito e nas costas.
Estanca o sangramento.

AVENCA "Adiantum capillus-veneris" Tem ação protetora sobre peles sensíveis e age contra queda de cabelos. Combate males
respiratórios como bronquite e tosse com catarro.

BANCHÁ "Thea sinensis" Originária da China, acompanha a cultura a milênios como digestiva de fino paladar, diurética e
levemente tônica.

BARBATIMÃO "Stryphnodendron barbatiman" Rica em tanino. Usa-se externamente reduzindo a pó e aplicado sobre úlceras,
impingens e hérnias (20 gramas cozidas em meio litro da água, em banhos e lavagens). Internamente como tônico, cozinhando a
casca para combater  hemorragias uterinas, catarro vaginal e diarreias.

BARDANA/FOLHA "Arctium lappa" Indicada principalmente para a pele e como antibiótico, é ainda diurética, hipoglicemiante, anti-
inflamatória, bactericida, depurativa e cicatrizante, além de agir no couro cabeludo nas dermatites descamantes.

BOLDO CHILENO "Peomus boldus"  Poderoso digestivo e hepático, com propriedades tônicas e estimulantes, ativa a secreção
salivar, biliar e gástrica em casos de hipoacidez e dispepsias. Muito utilizado em hepatite crônica e aguda.

BORRAGEM " Borago officinalis"  Planta medicinal e alimentícia que lembra o cheiro do pepino, por isso se torna uma salada
muito nutritiva. Possui vitamina C, alcaloides. É antinflamatória, expectorante, adstringente e altamente diurética. Muito
indicada em casos de inflamações de bexiga e pedras nos rins ou bexiga. Auxilia na eliminação de toxinas e melhoria da pele.

CABELO DE MILHO "Zea Mays" Poderoso diurético, regula as funções dos rins e da bexiga removendo areias e pedras. Chá dos
cabelos de milho baixa a pressão e desintoxica o sangue. Não se recomenda o uso em casos adiantados de inflamação nos rins
ou bexiga.

CACTO/MANDACARU "Cactus grandiflorus" Estimulante do coração, similar a "Digitális", utilizado nas perturbações cardíacas,
circulatórias, reumatismo e angina peitoral. Não se acumula no organismo.

CAJUEIRO "Anacardium occidentale" É estimulante do organismo, combate o Diabetes e é anti-hemorrágico. Em gargarejos cura
inflamações da garganta, aftas. Ameniza irritações vaginais.

CALÊNDULA "Calendula officinalis" Famoso por ser antialérgica e cicatrizante, ainda cura e diminui a gastrite e a úlcera
duodenal, pois tem ação antitumoral. O ácido oleanóico suaviza e refesca peles sensíveis e queimadas pelo sol. Favorece a
regeneração de tecidos danificados e é antisséptico.

CAMOMILA "Matricaria chamomilla" De origem egipcia, tem propriedades calmantes, digestivas em casos de inflamações
agudas e crônicas da mucosa gastrointestinal, colites, cólicas, é também antialérgico e anti inflamatório, podendo reconstiuir a
flora intestinal.

CANA DO BREJO "Costus spicatus"  Excelente diurético, ajuda a eliminar pedras na bexiga, sífilis e inflamações nos rins. Ainda
combate a arteriosclerose. A raiz em pó serve de cataplasma para hérnias, inchaços e contusões.

CANELA "Cinnamomum zeylanicum" Originária do Sri Lanka, sudeste da Índia, é aromático, estimulante da circulação, do coração
e aumenta a pressão. Provoca a contração de músculos e do útero, por isso é hemenagoga.

CARAMBOLEIRA "Averhoa carambola" Ótimo diurético, elimina pedras nos rins e da bexiga, combate febres e ameniza o
diabetes.

CARAPIÁ "Dorstênnia arifolia" Depurativo, estimulante digestivo e age contra anemia. A raiz é empregada como cataplasma para
apressar a cicatrização de ossos fraturados.

CARVÃO VEGETAL: O carvão vegetal de madeira mole e não resinosa, é utilizadas desde o antigo Egito com fins mediciniais. Por
ser altamente absorvente, é empregada na eliminação de toxinas, em casos de envenenamento ou intoxicação. Por sua rapidez
na ação era utilizado pelos índios em picadas de cobras e aranhas. Uso interno e externo.

CAPIM CIDRÃO "Cymbopogon citratus" Originária da Índia, é sedativa, analgésica e anti-térmica, promove uma diminuição da
atividade motora e aumenta o tempo de sono. Combate o histerismo e outras doenças nervosa.

CARDO SANTO: "Cirsium vulgare" Tônico amargo, adstringente, diurético, expectorante e antisséptico. Indicado em problemas
gástricos, indigestão, asma e catarro nos brônquios.

CAROBINHA: "Jacarandá copaia" Um dos melhores depurativos do sangue, contra sífilis, doenças de pele, doenças reumáticas
e amebas intestinais.

CARQUEJA: "Baccharis triptera" Exerce ação benéfica sobre o fígado e intestinos, limpa as toxinas do sangue, além de ser um
ótimo hipoglicemiante. Indicado em casos de gastrite, má digestão, azia, cálculos biliares e prisão de ventre.

CASCARA SAGRADA: "Rhamnus purshiana" Forte laxante, que reestabelece o tônus natural do cólon do intestino e normaliza as
funções do intestino.

CASTANHA DA INDIA: "Aesculus hippocastanum" Excelente tônico circulatório, isso é percebido 15 a 30 minutos após sua
ingestão, amenizante a dor nas pernas e costas. Ativa a circulação, prevenindo acidentes vasculares.

CATUABA: "Erytroxylon catuaba"  Afrodisíaco e tonificante, contém um alcalóide semelhante a atropina, que opera lentamente
dando energia ao organismo. Indicado em casos de fadiga ou impotência sexual.

CAVALINHA: "Equisetum arvensis" Anti-inflamatório, adstringente, e revitalizante. Indicado no trato de problema genital e
urinário, menstruação excessiva. Age nos brônquios, limpando secreções dos pulmões e do sangue. Repõe o silício perdido no
emagrecimento.

CENTELLA ASIÁTICA: "Hidrocotile asiática" O bioquímico francês Jules Lépine descobriu que esta planta tem um alcalóide que
pode rejuvenecer o cérebro, os nervos e as glândulas endócrinas. Os chineses atribuem a ela um valor igual ao ginseng. Com
propriedades tonificantes ela normaliza a produção de colágeno e liberando células adiposas. Por isso é tão indicada para
terapias de emagrecimento e da pele.

CHAPÉU DE COURO: "Equinodorus macrophyllus" Depurativo muito conhecido nas terapias de pele, tem efeito laxativo e
estimulante da bílis. Pela ação nos rins e fígado reduz o ácido úrico e o reumatismo.

CIPO CABELUDO: "Mikania hirsutíssima" Indicado em cólicas menstruais, nefrites, reumatismo e inflamações da bexiga.

CIPÓ MIL HOMENS: "Aristolochia brasiliensis" Estimulante dos rins, fígado e baço, ameniza cólicas intestinais e a febre. Tem
ação emenagoga, por isso não é indicado na gravidez. Cura picadas de cobras, ingerindo e aplicando a planta moída sobre o
ferimento.

COMPOSTO/BRONQUITE: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas da bronquite: Assa Peixe + Bardana
+ Malva + Menta + Tanchagem.

COMPOSTO CALMANTE: Combinação das ervas mais indicadas para combater o nervosismo: Capim Cidrão + Camomila + Melissa
+ Hipérico + Maracujá.

COMPOSTO/CIRCULAÇÃO: Combinação das ervas mais indicadas para melhorar a circulação sangüínea: Arnica + Erva de Bicho +
Ginkgo Biloba + Hamamelis.

COMPOSTO/CÓLICAS MENSTRUAIS: Combinação das ervas mais indicadas para amenizar cólicas menstruais: Artemísia +
Agoniada + Aroeira + Carapiá + Tília.

COMPOSTO/COLESTEROL: Combinação das ervas mais indicadas para diminuir o colesterol: Erva de Bugre + Alcachofra +
Carobinha + Dente de Leão + Pedra Ume Caá.

COMPOSTO DEPURATIVO: Combinação das ervas mais indicadas para limpar o sangue: Alcachofra + Capim Cidrão + Carobinha +
Porangaba + Sene Indiano.

COMPOSTO/DIABETES: Combinação das ervas mais indicadas para combater o diabetes e diminuir a taxa de açúcar no sangue:
Pata de Vaca + Pedra Ume Caá + Ipê Roxo + Gervão + Graviola + Carqueja.

COMPOSTO/CÁLCULOS RENAIS: Combinação das ervas mais indicadas para combater os males dos rins: Alcachofra Capim
Cidrão + Quebra-Pedras + Cabelo de Milho + Cana do Brejo.

COMPOSTO EMAGRECEDOR: Combinação das ervas mais indicadas para ajudar no emagrecimento: Alcachofra + Boldo do Chile
+ Camomila + Capim Cidrão + Carobinha + Graviola + Sene Indiano + Carqueja + Centella Asiática + Erva de Bugre.

COMPOSTO EQUILIBRIUM: Combinação das ervas mais indicadas para acalmar sem sentir sono: Capim Cidrão + Melissa +
Guaraná da Amazonia + Hibisco + Ginkgo Biloba + Jasmim.

COMPOSTO ENERGÉTICO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os Stress e o desgaste fisico/mental: Catuaba +
Guarana da Amazonia + Pfaffia + Marapuama.

COMPOSTO/ESTÔMAGO: Combinação das ervas mais indicadas para combater dores de estomago e má digestão cronica:
Artemísia + Bardana + Camomila + Carqueja + Erva de São João + Picão + Tansagem.

COMPOSTO/FÍGADO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os males do fígado: Espinheira Santa + Carqueja
Doce + Boldo do Chile + Camomila + Dente de Leão.

COMPOSTO/GRIPE: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas da gripe ou resfriado, como coriza, dores
no corpo e baixa energia: Assa Peixe + Alfavaca + Guaco + Erva Cidreira + Guaraná da Amazonia + Pariparoba.

COMPOSTO/MENOPAUSA: Combinação das ervas indicadas para combater os suores e acalmar o sistema nervoso: Carobinha +
Calêndula + Milefólio + Melissa + Tília.

COMPOSTO/PROBLEMAS DE PELE: Combinação das ervas mais indicadas para limpar o sangue e eliminar a Acne e a oleosidade
da pele: Chapéu de Couro + Carobinha + Douradinha + Erva Macaé + Erva de Bugre + Bardana.

COMPOSTO CONTRA PRESSÃO ALTA: Combinação das ervas mais indicadas para baixar a pressão e amenizar dores de cabeça:
Arnica + Capim Cidrão + Erva de Bugre + Passiflora + Milefólio + Pitangueira + Sete Sangrias.

COMPOSTO CONTRA REUMATISMO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas do reumatismo, ácido
úrico e dores lombares: Alecrim+Chapéu de Couro+Garra do Diabo+Salsaparrilha+ Tayuiá.

COMPOSTO/SINUSITE/ASMA: Combinação das ervas contra a sinusite e dificuldade na respiração nos quadros de bronquite
asmática: Arruda + Eucalipto Aromático + Salvia.

CONFREI "Symphytum asperrimum" Ótimo cicatrizante, que não convém ingerir, pois contém propriedades tóxicas. A INFUSÃO
forte deve ser usado em COMPRESSAS, para acabar com irritações e espinhas na pele, ajuda na cicatrização de queimaduras e
feridas.

CORDÃO DE FRADE "Leonotis nepetaefolia" Ótimo diurético, que ameniza dores de estomago e fortelece convalescentes. Dá
um bom xarope para tosse e problemas respiratórios.

CRAVO DA INDIA "Syzygium aromaticum" Excitante e aromático, alivia dor de dente. Facilita a menstruação.

DENTE DE LEÃO "Taraxacum officinalis" Tônico hepático, diurético e depurativo do sangue, age no fígado e nos rins, é indicado
para diabéticos. Fortifica os nervos, mas sua ingestão diária não pode ultrapassar tres xícaras, sem adoçantes.

DOURADINHA "Waltherea douradinha" Diurético eficiente na dificuldade em urinar, inflamações da bexiga eliminando pedras.
Contra problemas pulmonares, bronquite e tosse.

EMBAÚBA "Cecropia palmata" Poderoso diurético, que ameniza a pressão e regula as batidas do coração. Não fazer uso
contínuo.

EMBURANA "Torresea cearensis" Broncodilatador que provoca um relaxamento. Indicado nas manifestações de bronquite,
tosse e asma. Ameniza cólicas intestinais e uterinas.

ENDRO "Anethum graveolens" Combate ânsias de vômitos, cura inflamações de garganta. Ameniza flatulência, cólicas
intestinais e de estômago.

ERVA BALEEIRA/SALICÍNIA "Cordia verbenácea" Anti-inflamatória, cicatrizante, tem a propriedade de remover hematomas.

ERVA CIDREIRA "Melissa officinalis" Tranquilizante e sedativa, induz ao sono e permite o controle das emoções. Indicada em
crises nervosas, taquicardia, histerismo e depressão. O mirceno é o responsável pelo seu papel analgésico, no alívio de dores
e da pressão alta.

ERVA DE BICHO "Polygonum acre" Tem efeito circulatório, ameniza hemorragias, hemorróidas e varizes. Melhora o desempenho
cerebral e o raciocínio.

ERVA MACAÉ "Leunurus sibiricus"  Indicada nas doenças de pele e erisipela, combater o colesterol e a pressão alta.

ERVA SANTA MARIA/MENTRUZ "Chenopodium ambrosioides" Cura indigestão, hemorróidas, varizes, facilita a menstruação, a
circulação e combate doenças nervosas.

ERVA DE BUGRE "Casearia sylvestris" Emagrecedor, diurético, anticolesterol, diminue inchaço das pernas, estimula a circulação
e o coração. Útil em doenças de pele, mordidas de cobras e aranhas.

ERVA DE SÃO JOÃO "Agerathum conyzoides" Anti-febril, muito eficiente contra dores de estômago, cólicas e gases. Não
confundir com "Herb San John"(Hipérico).

ERVA DOCE "Pimpinella anisum" Calmante, combate insônia, náuseas, cólicas e vômitos. Reestabelece a menstruação e
aumenta o leite materno.

ESPINHEIRA SANTA "Maytenus ilicifolia" Seu uso é indicado no tratamento de várias doenças do aparelho digestivo,
especialmente úlceras. Atua ainda sobre as fermentações anormais do intestino, normalizando as funções gastrointestinais, é
ainda antisséptica e cicatrizante. No final da década de 80, a Central de Medicamentos (Ceme) divulgou um estudo oficial em
que comprova as propriedades terapêuticas desta erva.



EUCALIPTO AROMÁTICO "Eucaliptus globulos" Poderoso aintiséptico, é indicado para uso em inalações, para problemas
pulmonares, bronquite, asma, inflamações da garganta.

FÁFIA Pfaffia Paniculata: GINSENG BRASILEIRO: Tem uma longa lista de indicações medicinais. É tida como rejuvenecedora,
revitalizante e inibidora do crescimento das células cancerígenas. Afirma-se que ativa a circulação do sangue. Tida ainda como
estimulante das funções sexuais e como agente de combate ao stress, tem grande sucesso no Japão. Há quinze anos vem
sendo alvo de extração predatória. A reposição é difícil pois o princípio ativo é encontrado unicamente na raiz. Estima-se que o
período entre coletas deva ser de, aproximadamente, cinco anos. É o tempo necessário ao amadurecimento da planta e ao
desenvolvimento de seu princípio ativo.

FENOGREGO "Trigonella foenum-graecum" Semente altamente nutritiva, que estimula o apetite, engorda. Indicado nas
fraquesas típicas de gripes, anemia ou convalescência. Melhora a pele e evita rugas.

FUCUS(alga): "Fucus vesiculosos" Indicado para casos de hipotireoidismo, obesidade e disfunções da tireóide com baixa taxa
de iodo. Contra indicado em casos de hipertireoidismo, problemas cardíacos, gravidez e lactação.

GARRA DO DIABO "Harpagophytum procumbens" Anti-inflamatório de origem africana, nasce apenas nos desertos, é indicada
contra reumatismo, diabetes, arteriosclerose (melhora a flexibilidade das artérias) e doenças do fígado.

GENCIANA "Gentiana lutea" Estimulante digestivo, depurativa, indicada na falta de apetite, anorexia, problemas
gastrointestinais. É contra indicado em casos de úlcera gástrica.

GENGIBRE "Zingiber officinalis" Estimulante gastrointestinal, é ainda um bom anti-inflamatório que apresenta resultados contra
o reumatismo e artrites.

GERVÃO "Verbena bonariensis" Indicada nas dores do fígado e do estômago, febres, prisão de ventre, diurético e emenagogo.

GINKGO BILOBA: Árvore considerada um fóssil vivo, ancestral do carvalho, é mencionada nos escritos chineses de 2800 anos A.
C. e considerada sagrada no Oriente. Tem ação preventiva e curativa na oxidação das células e no envelhecimento.
Estimulante da circulação, diminui a hiperagregação plaquetária, evitando tromboses. Indicado ainda contra micro varizes,
artrite e cansaço nas pernas.

GINSENG COREANO "Panax Ginseng"  Estimulante, pode elevar a pressão arterial. Portanto, não é recomendada para
hipertensos. Dose máxima, duas colheres pequenas ao dia.

GUACO "Mikania glomerata" Dissolve catarro dos brônquios, expele secreções típicas de resfriados e bronquite, amenizando
inflamações de garganta.

GUAÇATONGA "Casearia sylvestris" Emagrecedor, diminue o colesterol, o cansaço das pernas. Estimulante da circulação, usada
em doenças de pele, picadas de cobras e aranhas.

GUARANÁ "Paullinia cupana" Os índios Maués a chamam de Paullinia cupana, da Amazônia, um extraordinário estimulante, que
dá energia física ao organismo. Contém muita cafeína. Indicado para casos de esgotamento físico, atividades intelectuais, e é
afrodisíaco.

GUINÉ "Petiveria tetrandra" Indicada para dor de cabeça, enxaqueca, falta de memória e problemas nervosos. Eficaz antídoto ao
veneno de cobra e abortivo.

GRAVIOLA "Anona muricata" O chá das folhas é um ótimo emagrecedor, diminui o colesterol e baixa a pressão. Poderoso
hipoglicemiante muito indicado em diabete. Ainda é analgésico em nevragias e reumatismo.

HAMAMELIS "Hamamelis virginica" Contendo essencialmente tanino, tem ação adstringente e vasocostritora, diminui as
secreções e ativa a circulação. Muito utilizada como shampoo, pois ativa a circulação da pele e evita queda de cabelos.

HERA "Glechoma hederácea"  Planta trepadeira, comum em muros, contém importantes propriedades terapêuticas, contém
semente tóxicas, suas folhas são analgésicas, vasodilatadora, descongestionante. A HederosaponinaC tem efeito inibidor de
fungos, com ação antibiótica. Por conter muito Iodo é contra indicado em casos de hipertireoidismo.

HIBISCO "Hibiscus sabdarifa"  Flor avermelhada, com sabor semelhante ao morango, tem efeito laxante sem cólicas, melhora a
digestão, aumenta a diurese e acalma os nervos.

HIPÉRICO "Hipeycum perfloratum" Famoso calmante e anti-depressivo, também é anti-inflamatório e cicatrizante. É a hipericina
a responsável pela ação calmante, que também age na insuficiência hepática, má digestão, gota e reumatismo.

HORTELÃ JAPONESA "Mentha arvensis" Calmante, antisséptico e descongestionante. Elimina gases e é sedativo do estômago
(faz cessar os vômitos). A TINTURA alivia enchaquecas e irritações da pele, em aplicações locais. A INFUSÃO feita com 20 grs.
para meio litro de água, em forma de INALAÇÃO, descongestiona as vias respiratórias.

IPECACUANHA(PAPACONHA): "Cephaelis ipecacuanha" Raiz do nordeste indicada contra a bronquite e tosse com catarro.

IPÊ ROXO "Tabebuia impetiginosa" Antibiótico natural, ficou famoso por suas propriedades analgésicas e anticoagulante é
ainda indicado em casos de bronquite, asma e arteriosclerose. O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a
determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças
estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como
característica as flores tubulares arroxeadas. A substância com propriedades terapêuticas é encontrada na casca.

JABORANDI "Pilocarpus jaborandi" Tem como princípio ativo o alcalóide Pilocarpina, que age nas glândulas salivares e
sudoríferas. Estimula as secreções gástricas, por isso é um ótimo digestivo. Tem efeito semelhante ao da Espinheira Santa. É
encontrado em uma região de solo e clima bem característicos. Seu princípio ativo já é largamente usado pela indústria de
medicamentos no tratamento do glaucoma. Era utilizado no passado para aguçar o faro de cães de caça. Também indicado no
tratamento de doenças do aparelho respiratório. Vários xampus trazem o Jaborandi em sua fórmula, tido como um poderoso
aliado na luta contra a queda de cabelo. Há anos, a planta vem sendo extraída em grandes quantidades para uso de laboratórios
estrangeiros. Não existem planos para reposição dos exemplares retirados da região. As poucas áreas de cultivo regular são
controladas por laboratórios estrangeiros.

JAMBOLÃO "Syzygium jambolanium" Adstringentes e poderoso hipoglicemiante indicado em diabetes, pois ameniza a formação
de fermentos sacarificantes.

JASMIM "Gardenia jasminoides" Diurético e estimulante indicado como xarope contra tosse e gripe. Ótimo colírio contra
inflamações dos olhos.

JATOBÁ "Hymenaea courabril" Fortificante usado contra doenças pulmonares. Cura cistite (não infecciosa).

JUÁ "Solanum viarum" A casca é utilizada como dentifrício, os frutos são calmantes dos nervos e da azia. A raiz é diurética,
ajuda a emagrecer,melhora as funções do fígado e bexiga.

JURUBEBA "Solanum paniculatum" Estimulante das funções digestivas, do fígado e baço. Indicado em casos de insuficiência
hepática e prisão de ventre.

LARANJEIRA "Citrus aurantium"  Ótimo contra gripes e refriados, pois é depurativo e sudorífico, tem vitaminas e sais minerais.



LOURO "Laurus nobilis" Santo remédio contra má digestão e ressaca alcoólica, doenças de fígado e estômago.

LOSNA "Artemisia absinthum"  Amargo estimulante gástrico, aumenta o apetite e é afrodisíaco. Mas em doses altas pode se
tornar um psicoestimulante. Indicado contra doenças nervosas e falta de apetite.

LUPULO/FLOR "Humulus lupulus" A lupulina, um pó dourado que cobre as flores é um poderoso sedativo e hipnótico, indicado
em casos de insônia. É ainda digestiva e antibiótica.

MACELA/FLOR "Achyzocline satureoides" Planta aromática com inflorescências usadas em travesseiros com finalidades
calmantes. Em chá é indicado para problemas digestivos, azia e para acalmar cólicas abdominais.

MALVA "Malva sylvestris" Hortaliça muito indicada para problemas respiratórios, favorece a cicatrização e processos
gastrointestinais, com benefícios à pele.

MAMICA DE CADELA "Zanthoxylon rhoifolium" Indicado contra problemas de pele, contra picadas de insetos e cobras.

MANJERICÃO: "Ocimum basilicum" Digestivo que elimina gases.

MARACUJÁ "Passiflora alata" A Passiflora tem ação tranquilizante, antiespasmódica e diurética. Indicada em dores de cabeça de
origem nervosa, ansiedade, perturbações nervosas. Contra-indicado em pressão baixa.

MARAPUAMA "Ptychopetalum olacoides" De origem amazônica é afrodisíaco. Seu alcalóide, tem ação estimulante do sistema
nervoso central, é anti-depressivo e é indicada em casos de esgotamento físico e impotência sexual.

MASTRUÇO "Lepidium sativum" Depurativo muito empregado em doenças pulmonarias, como pneumonia, bronquite e
raquitismo. Tira hematomas e cura feridas.

MIL FOLHAS/NOVALGINA "Aquiléa millefolium"  Uma das ervas mais importantes e poderosa da farmacopéia. O chá é bom para
baixar febre, aliviar dores, reumatismo, varizes, insônia, pressão alta, má circulação, males do estômago e fígado. A infusão
forte transformada em cubos de gêlo, deve ser aplicado sobre hemorróidas. Em temperatura morna em banhos de assento
contra problemas ginecológicos.

MORANGUEIRA "Fragaria vesca" Contra inflamações dos rins e bexiga, desobstruindo os rins, liberando a urina. Em
consequência ameniza a gota, o ácido úrico e reumatismo.

MULUNGU "Erytrina verna" Calmante poderoso, analgésico e muito usado em manipulação, contra pressão alta.

NOGUEIRA "Juglans regia" O chá das folhas limpa e fortalece o sangue, as nozes são ótimo alimento para os nervos, cérebro e
crescimento. Embeber os cabelos em infusão das cascas das nozes escurece os cabelos brancos.

NÓZ MOSCADA "Myristica fragans"  Digestiva e anti-reumática, muito utilizada contra pressão alta.

OLIVEIRA "Olea europaea" Estimulante do apetite, o chá das azeitonas também são usado para subir a pressão, dilata as veias,
desinflama a boca e garganta.

PALMA CHRISTY: "Ricinus comunis" Famoso laxante de onde se origina o óleo de rícino.

PARIETÁRIA "Parietária officinalis" Muito usada em males dos rins, inflamações da bexiga, dissolve cálculos e alivia dores.

PARIPAROBA/JAGUARANDI "Piper umbellatum" Polivalente, age contra resfriados e asma e também contra os males do figado e
baço, aliviando azia, úlceras e hemorróidas. Mastigar a raiz alivia dor de dente.

PATA DE VACA: "Bauhinia forficata" Poderoso hipoglicemiante, indicado em diabetes e elefantíase, com muito sucesso.

PAU PRA TUDO "Cinamodendron axilare" Afrodisíaco, muito indicado contra diabetes.

PAU TENENTE "Quassia amara" Indicado em males do estômago e diabetes, baixa a taxa de açúcar no sangue, também age
contra a malária e febre amarela. Lavar a cabeça com o chá elimina piolhos.

PEDRA UME CAÁ "Myrcia sphaerocarpa" De origem amazônica, goza da fama de Insulina Vegetal, empregada no tratamento do
diabetes baixando a taxa de açúcar e colesterol.

PICÃO BRANCO "Galinsoga parviflora" Digestivo muito usada em dores de estômago, males do fígado, icterícia e outras
infecções do aparelho disgestivo.

PICÃO PRETO "Bidens pilosa" Digestivo que também ajuda a remover pedras na vesícula e rins, dores de barriga. Ameniza o
diabetes.

PITANGUEIRA "Stenocalys michelli" Muito utilizada contra diarréia em crianças, bronquite, febre e ainda abaixa a pressão. É
calmante infantil e bom para os nervos.

POEJO "Mentha pylegium" Bom para gripes e resfriados mas seu limite de consumo é de duas xícaras ao dia.

PORANGABA "Cordia salicifolia" Poderoso emagrecedor que diminue o colesterol. Não confundir com a Erva de Bugre.

PULMONÁRIA "Pulmonaria officinalis" Como diz seu nome é indicado nas doenças do pulmão, é um eficiente expectorante,
misturado com mel de abelhas. Facilita a respiração. Indicado a pessoas que trabalham com pó.

QUEBRA PEDRA "Phylantus niruri" Famoso por sua ação diurética, é ainda hipoglicemiante, antibactericida e anticancerígena,
age principalmente no fígado. Obteve sucesso em testes contra a hepatite tipo B. Dissolve cálculos renais, promove a
desobstrução da uretra e a eliminação do ácido úrico. Contra indicado na gravidez.

QUINA-QUINA "Chincona sp"  De origem andina esta árvore possui raizes e cascas contendo o quinino, um alcalóide que
permite agir como anti-séptico, adstringente. Indicada para gripe, febre, em casos de malária e anemias.

ROMÃ/CASCAS  "Punica granathum"  Adstringente, contra inflamações de garganta, amigdala e cólicas. Elimina vermes e
lombrigas.



SABUGUEIRO "Sambucus nigra"  Poderoso sudorífero nos processos gripais, resfriados, tosse, sarampo e caxumba. Elimina o
ácido úrico, calculos renais e toxinas do sangue.

SALVIA "Salvia officinalis" Erva hipoglicemiante, que não é tão amarga como outras e ainda tem ação antiséptica, adstrigente e
estimulante. Usada como desodorante, tem a capacidade de fechar os poros e reter a sudorese. É contra indicado em gravidez
e lactação.

SALSSAPARILHA "Smilax salsaparrilha"  Depurativo do sangue, combate a gota, ácido úrico e reumatismo. Diminui a dificuldade
em urinar, elimina pedras nos rins e bexiga.

SASSAFRÁZ "Ocotea preciosa"  Elimina dores ósseas. Ajuda a eliminar intoxicação por metais.

SENE INDIANO "Cassia augustifolia" Um bom laxante, mas não usar contínuamente. Indicado em casos de prisão de ventre,
tomar no máximo uma xícara por dia e no máximo dez dias seguidos.Usar infuso no máximo 2 gramas por xícara de água.
CONTRA INDICADO A GESTANTES E LACTENTES.

SETE SANGRIAS "Cuphea ingrata" Tem efeito sedativo do sistema nervoso central . É indicado no tratamento da arteriosclerose,
hipertensão e palpitações no coração. Não é aconselhado uso para crianças.

STÉVIA "Stevia rebaudiana"  Um doce presente da Natureza, que analizado em laboratório mostrou ser 300 vezes mais doce que
açúcar de cana. Não tem calorias e ainda é diurética. Muito indicada aos diabéticos.

SUCUPIRA "Dilotropis incexis" Semente depurativa, oleosa, contra manchas de pele, eczemas, feridas na pele. Antireumática e
antihemorrágica.

TAYUIÁ "Cayaponia tayuia"  Depurativo poderoso, desintoxica o sangue. Tem ação laxativa e desobstrui o fígado.

TANCHAGEM "Plantago major" Uma das plantas de maior valor medicinal e veterinário. Age como bactericida sobre as vias
respiratórias em casos de inflamações, destruindo microorganismos e limpando secreções. Indicada também em casos de
diarréias e hemorragias pós-parto. Usar infusão de 30 gramas para cada litro de água.

TÍLIA "Tilia cordata" Árvore sagrada das antigas civilizações germânicas. Sudorífica, descongestionante e relaxante é indicada
em casos de febres, resfriados e dores estomacais. Alivia a dor de cabeça, enxaqueca e tensões nervosas. Usar 10 gramas
para cada litro de água.

UNHA DE GATO "Acacia plumosa"  Famoso antireumático, ameniza dores nas costas e nas pernas. Também usada contra
doenças venéreas.

URTIGA "Urtica dioica"  Utilizada no passado na indústria têxtil, foi descoberta como medicamento no início do século 20. De
ação vasocostritora e depurativa, a urtiga é revitalizante, hipoglicemiante e tônico capilar. Melhora a circulação sanguínea.
Pode provocar irritações na pele ao contato. não utilizar as sementes.

UVA URSI "Arctostaphylos urva ursi"  Devido a hidroquinona que tem propriedades antibacterianas, anti-séptica e antibiótica, é
indicada em casos de inflamações renais e diarréias. A hidriquinona dá uma coloração marrom esverdeada na urina. Não se
recomenda usar na gravidez ou lactação.

VALERIANA "Valeriana officinalis"  Poderoso calmante, tem ação antiespasmódica e anestésico. Depressora do SNC, atenua a
irritabilidade nervosa, a ansiedade e a cefaléia de origem nervosa. Externamente é indicado na cicatrização de feridas.

VELAME DO CAMPO "Croton campestris" Um dos melhores depurativos do sangue, combate doenças nos ossos e o reumatismo.

VERBASCO "Verbascum thapsus" Combate doenças dos pulmões, ótimo expectorante, nas tosses com catarro, bronquite e
asma. É cicatrizante tópico.

VERBENA "Verbena officinalis"  Indicado contra doenças do fígado e do estômago.

ZEDOÁRIA: "Curcuma zedoaria" Poderoso depurativo do sangue, ativa a circulação provocando a dilatação dos vasos
sanguíneos. Ótimo digestivo, normaliza as funções do fígado, estômago e duodeno. Elimina o mau hálito e limpa as vias
respiratórias em casos de inflamações da garganta.

ZIMBRO: "Juniperus communis" As bagas contém glicose e o efeito de aumentar a filtragem dos rins, é um ótimo depurativo
eliminando líquido do organismo, inclusive o excesso de ácido úrico, aumentando a quantidade de urina. A infusão de 15
gramas de bagas para meio litro de água, tomar até 3 xícaras ao dia. Não utilizar durante a gravidez e a nefrite manifestada.


Pedras terapêuticas
May 30th, 2007
Há três anos, quando a técnica chegou ao Brasil, trazida pela esteticista Ala Szerman, muitos estranharam a possibilidade de o
corpo humano entrar em estado de relax com o uso de pedras; afinal, esse tipo de criação da natureza lembra desconforto. No
entanto, a prática que utiliza a energia de pedras (aquecidas ou frias) é, atualmente, uma das técnicas mais procuradas em
centros estéticos.

Andréa Alves, terapeuta especializada no uso de pedras vulcânicas para tratamento de distúrbios emocionais e de saúde,
explica que essa terapia nasceu no Oriente há mais de dois mil anos.

A energia das pedras

No Brasil, apesar de muito recente, a técnica vem sendo procurada para ativar os sete chacras do corpo. Com isso, promove a
circulação de energias bloqueadas. Além das vulcânicas, rochas sedimentares, como o mármore, também são utilizadas nos
tratamentos.

De acordo com Andréa, elas trazem heranças energéticas de milhões de anos. Na aplicação no corpo humano, são escolhidas
de acordo com tamanho, forma e composição.

Antônio Ducan, autor do livro O caminho das pedras Editora Nova Era, se debruçou sobre o tema e diz já estar provado que as
pedras preciosas conduzem, recebem e geram energia.

O uso de pedras é procurado geralmente por pessoas que querem aliviar a ansiedade e o estresse físico ou emocional.
Cristina Fonseca, fisioterapeuta que recorre ao poder das pedras para atender seus pacientes, diz que algumas pedras podem
dar a sensação de que são muito quentes e de que queimam a pele.

De acordo com ela, isso pode assustar um pouco na primeira sessão, mas o paciente logo percebe que, ao invés de mal-estar,
ocorre, isto sim, um profundo relaxamento.

Tipos de massagem

A turmalina negra é conhecida pela sua combustão de energias e potencial químico. O tratamento, batizado de
phitotermoterapia, une ervas medicinais às pedras quentes.

Em alguns spas, massagens corporais com o uso de pedras quentes e frias prometem ativar o equilíbrio energético.

O terapeuta massageia o corpo, liberando chacras bloqueados. A energia das pedras e a diferença de temperatura estimulam o
sistema circulatório.

Segundo os entendidos no assunto, as reações fisiológicas e orgânicas auxiliam no tratamento de perda de peso, combatem o
estresse e equilibram o sistema nervoso.

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COMPONENTE DO CHÁ VERDE PODE AJUDAR PESSOAS COM ARTRITE REUMATÓIDE
May 1st, 2007
Washington, 29 abr (EFE) - Um componente do chá verde oferece benefícios terapêuticos às pessoas que sofrem de artrite
reumatóide, segundo um novo estudo da Universidade de Michigan.

A pesquisa, que será divulgada hoje, durante a Conferência de Biologia Experimental 2007, realizada em Washington, avaliou os
efeitos de um poderoso antiinflamatório derivado do chá verde, conhecido como epigalocatequina-3-galato (EGCG).

Segundo o trabalho, a substância inibe a produção de moléculas que estimulam a inflamação e o desgaste das articulações nas
pessoas que sofrem de artrite reumatóide.

O componente do chá verde também reduziu as células inflamadas no tecido que liga as articulações.

“Nossa pesquisa é um passo muito promissor na busca de tratamentos para deter o desgaste das articulações nas pessoas
com artrite reumatóide”, afirmou em comunicado Salahuddin Ahmed, o principal pesquisador encarregado do estudo e cientista
do departamento de reumatologia da Universidade de Michigan. EFE

Adquira o chá verde

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Estudo: chá verde “pode ajudar no combate ao HIV”
April 20th, 2007
BBC Brasil

Consumir chá verde pode ajudar no combate contra o HIV, o vírus da aids, de acordo com uma nova pesquisa. Cientistas
britânicos e americanos descobriram que um componente chamado Epigallocatechin gallate (EGCG) evita que o HIV se ligue às
células do sistema imunológico, chegando a estas células primeiro.

Uma vez que o EGCG se liga às células do sistema imunológico, não sobra espaço para o HIV se instalar da forma habitual. Mas
os especialistas afirmam que o trabalho, que foi publicado na revista Journal of Allergy and Clinical Immunology, está em um
estágio preliminar.

“Nossa pesquisa mostra que beber chá verde pode reduzir o risco de ser infectado pelo HIV e também pode desacelerar a
proliferação do HIV”, disse Mike Williamson, pesquisador da Universidade de Sheffield.

“Não é uma cura e nem é uma maneira segura de evitar a infecção. De qualquer forma, sugerimos que deveria ser usado junto
com remédios tradicionais para melhorar a qualidade de vida para os que foram infectados”, acrescentou.

“Atualmente, mais pesquisas estão ocorrendo para determinar o quanto podemos esperar de efeito a partir de quantidades
diferentes de chá.”

Preservativos e medicação

Keith Alcorn, editor do serviço pela Internet Aidsmap, disse que serão necessários testes em animais antes de se chegar a
conclusões a respeito do possível efeito protetor do consumo de chá verde.

“Este estudo apenas analisa a habilidade de um elemento químico no chá verde para evitar que o HIV se ligue às células C4 do
sistema imunológico humano em testes de laboratório.”

“Muitas substâncias que, em testes de laboratórios, mostraram que podem evitar infecção por HIV, mostraram pouco ou
nenhum efeito na vida real. Então, acredito que há um longo caminho a ser percorrido antes que qualquer pessoa possa confiar
no chá verde para se proteger contra a infecção por HIV”, disse.

“Preservativos evitam o HIV. Qualquer coisa que melhore o sistema imunológico é benéfica para as pessoas com o HIV, mas chá
verde não pode ser substituto para a medicação apropriada e para as técnicas de prevenção”, disse Lisa Power, da instituição
britânica de luta contra a aids Terrence Higgins Trust.

O chá verde está ligado a efeitos positivos em várias doenças, incluindo doenças cardíacas, câncer e Mal de Alzheimer.

Comprar Cha verde

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Chá Verde: Amigo da boa forma e da saúde
March 19th, 2007
O chá verde ajuda a secar as gordurinhas e acelera o metabolismo

Agência O Globo

O sabor pode não ser dos mais doces, mas os benefícios são inúmeros: além de ajudar a secar gordurinhas, o chá verde
acelera o metabolismo, desintoxica e facilita a digestão. E tem mais: diminui as taxas de colesterol ruim e bloqueia o acúmulo de
gordura na parede dos vasos sangüíneos.

A atriz Milena Toscano, que vive a Ilka em ‘Amazônia’, é uma das adeptas da novidade que já conquistou boa parte da
mulherada preocupada em cuidar do corpo.

“Prefiro o chá feito com a própria erva, fervido na panela e coado logo depois. Deixo em uma garrafona na geladeira e tomo
todos os dias. Eu mesma que faço, quase não tomo de saquinho”, conta ela, que está no elenco de ‘Eterna magia’, a próxima
novela das seis.
Milena tem razão de preferir o chá feito na panela.

“O saquinho traz partes da erva que não possuem a concentração dos seus princípios ativos da planta Camellia Sinensis, de
onde é extraído. Com isso, ele quase se torna apenas aromático. A melhor solução é mesmo colocar o chá na panela ou então
comprar as embalagens de 1 litro, vendidas em supermercados”, explica a nutricionista Fernanda Albuquerque de Andrade, da
Universidade do Corpo.

Aliado a uma boa dieta, o chá verde ajuda ainda mais no emagrecimento. Mas nada de tomar o chá durante as refeições, como
se fosse um suco.

“Ele deve ser ingerido longe de grandes refeições porque possui tanino, uma substância que, apesar de prevenir doenças
cardíacas, atrapalha a absorção de nutrientes”, diz a nutricionista Sabrina Santangelo.

Um dia da dieta do chá verde

Jejum
1 xícara (200ml) de chá verde
Café da manhã
1 pote de iogurte light de fruta com 1 colher de sobremesa de farelo de trigo + 1 fatia de pão integral light com 2 colheres de
sobremesa de queijo cottage + 1 fatia média de melancia ou 200g de salada de frutas (morango, mamão e maçã) com iogurte
desnatado + aveia e 1 colher de mel + 3 torradas integrais com 1 colher de cream cheese light
Lanche da manhã
1 maçã (ou uma banana) + 1 xícara (200ml) de chá verde com casca de abacaxi ou 1 Polenguinho com fibras + 1 xícara de chá
verde com hortelã
Almoço
1 xícara de espaguete ao alho e óleo + 3 colheres de sopa de brócolis refogada + gelatina diet.
Lanche da tarde
1 pote de iogurte natural com flocos de milho + 1 xícara de chá verde com casca de manga ou 3 xícaras de pipoca sem manteiga
+ 1 xícara de chá verde com erva-doce.
Jantar
salada de alface com cenoura e beterraba ralada + frango desfiado com requeijão + 2 ameixas vermelhas ou salada de alface e
rúcula + 1 batata assada e recheada com atum e cogumelo + 2 fatias de manga
Ceia
1 rodela de abacaxi com hortelã ou 1 pote de iogurte batido com banana e ameixa + 1 xíc. de chá verde com casca de laranja.

Saiba mais sobre o chá verde

Para que o chá verde realmente ajude no processo de emagrecimento, o indicado é tomá-lo pelo menos quatro vezes ao dia.

Para melhorar o sabor amargo do chá verde, nada de açúcar refinado ou adoçante, que prejudicam o poder que o chá tem de
desintoxicar o organismo, dificultando a perda de peso. O melhor é optar pelo mel (uma colher de chá), stévia ou sucralose.

Uma boa opção é prepará-lo com outro chá: pode ser de erva-cidreira, hortelã ou erva-doce.

As cápsulas de chá verde só devem ser ingeridas com orientação médica, pois sua concentração é muito maior do que a obtida
apenas pelo chá, e pode causar desconforto em pessoas mais sensíveis, como insônia ou problemas gástricos (pela presença
da cafeína).

Em jejum, a temperatura ideal do chá verde é a morna, mais aceita pelo estômago vazio. Nos demais horários, pode ser em
qualquer temperatura.

Hipertensos, gestantes e pessoas com gastrite devem evitar tomar o chá verde.
Apesar de existir mais de 3 mil produtos com seu nome, só é chá verde o que tem em sua composição a planta Camellia
sinensis.

Adquira o chá verde

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Chá verde garante longevidade
March 11th, 2007
Não é de hoje que o mundo ocidental admira a longevidade e a saúde dos orientais, que não escondem os segredos para
manter a qualidade de vida e uma rotina saudável. Entre os segredos está o consumo do chá verde, obtido da planta Camellia
sinensis, que possui ação estimulante e desintoxicante, ajuda a ativar a circulação sangüínea, a aumentar a resistência a várias
doenças e no controle da obesidade.

A farmacêutica Célia Regina von Linsingen explica que o chá verde é rico em flavonóides, substâncias antioxidantes que
ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. O chá verde acelera o metabolismo
e ajuda a queimar a gordura corporal, tem ação antiinflamatória e antigripal, que ativam o sistema imunológico e ajudam na
regeneração da pele. Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de
celulite e gordura localizada.

A Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos defende que o consumo de chá verde, regularmente, ajuda a prevenir
alguns tipos de câncer, artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas, isso porque ele tem bioflavonóides e
catequinas, duas substâncias que bloqueiam as alterações celulares que originam os tumores.

Estudos de universidades européias, dos Estados Unidos, China e Japão destacam todos esses benefícios do chá verde, que
ainda contém manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas como C, K, B1 e B12. São elas que ajudam a prevenir doenças
cardíacas e circulatórias. O consumo diário desse chá ainda diminui as taxas do LDL, o colesterol que faz mal à saúde. Ele
fortalece as artérias e veias, ou seja, diminui em 25% a chance de se sofrer um infarto e reduz em 30% a chance de um derrame
na terceira idade, além de ajudar o sistema osteoarticular, dissolvendo depósitos de uréia e ácido úrico nas articulações,
prevenindo a artrite, o reumatismo e favorecendo os movimentos.

Grande amigo dos intestinos, o chá verde protege e renova a flora bacteriana saudável, ajudando na eliminação de fungos,
vírus e bactérias. No fígado, ele melhora a absorção de nutrientes e protege o órgão de toxinas do álcool, cigarro etc. Os
brônquios também agradecem. O chá promove um relaxamento na musculatura dos pulmões, facilitando a respiração dos
asmáticos.

O consumo do chá verde, em grandes proporções pelos japoneses, aliado ao baixo consumo de gorduras, com uma
alimentação saudável, à base de vegetais, frutas, sojas e seus derivados, fez com que os orientais se destacassem pelo baixo
índice de doenças crônicas e pelo fato dessa região ter a maior expectativa de vida do mundo.

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Divulgue seu site Feito a mao
March 7th, 2007
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Feito a mao Diretorio de Artesanato

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Cultivar frutas e verduras em casa pode ser um bom antídoto contra o estresse
February 26th, 2007
Cultivar, no quintal de casa, uma horta e um pomar, é um privilégio que alguns moradores da cidade transformam em hobby,
enquanto outros fazem dos produtos orgânicos um grande negócio. Em plena Vila Madalena, precisa ver só, há um desses
cantinhos, que desafiam a aridez do cenário urbano.

Banana nanica, abacate,araçá (que parece uma goiabinha), romã, uva e pitanga são algumas das frutas plantadas no pitoresco
pomar da casa de Ermínia Maricato, arquiteta que já foi ministra do governo Lula. Professora da USP, ela conta que quando
pediu demissão do Ministério das Cidades, em Brasília, voltou pra sua casa em São Paulo e resolveu incrementar sua hortinha
caseira.

No meio desse quintal de frutas saborosas, ela também plantou ervas, como manjerona, manjericão, alecrim, orégano, salsa,
aipo e hortelã, entre outras. Ermínia não se deu por satisfeita e decidiu completar sua suculenta plantação cultivando uma
grande variedade de verduras e legumes, como alface, escarola, almeirão, tomate, cenoura, rabanete, salsão ou aipo e quiabo.
“É uma delícia comer jaboticaba colhida no pé”, confessa Ermínia. “Tudo que é fresquinho é muito mais saboroso. Outra
vantagem é não precisar ingerir alimentos com produtos químicos” , pondera.

Ermínia conta que trabalha a terra com um composto agrícola orgânico desenvolvido por ela. “Trata-se de um produto feito com
folhas que caem das árvores, estrume de gado e galinha e farinha de osso. De vez em quando eu mexo tudo isso e depois
misturo com terra. Não uso adubo artificial, nenhum produto químico e nem defensivo agrícola, que são os inseticidas”, relata.
Tomate, ensina Ermínia, é muito difícil de cultivar sem defensivo agrícola. Tudo o que é produzido no seu quintal é para
consumo próprio, mas quando a colheita é grande, ela divide com amigos e parentes. “Mexer com terra e ver os frutos nascer
descansa a cabeça e cansa o corpo, ainda mais para quem fica horas seguidas em frente ao computador”, acredita a arquiteta,
que admite ter encontrado a terapia ideal.

No caso da engenheira química Patrícia Hamra, a paixão pelos produtos orgânicos ultrapassou a horta urbana para se
transformar em um negócio bem-sucedido: um empório dedicado exclusivamente aos produtos orgânicos. Foi em um bairro de
classe média alta, os Jardins, que ela abriu o Taya Empório Orgânico. Lá, até os móveis da casa são todos reciclados, feitos de
madeira de demolição, comprados em lojas de antiguidade. “Não foi preciso desmatar florestas para criar esses objetos”,
comemora a engenheira química. E mais: o uniforme dos funcionários é feito de algodão orgânico, comprado em Campina
Grande, na Paraíba.

Para rechear as prateleiras, Patrícia começou a um verdadeiro trabalho de pesquisa para encontrar produtos adequados à sua
proposta para oferecer aos clientes. E se surpreendeu ao encontrar pequenos comerciantes que abastecem supermercados
com produtos orgânicos. Mas Patrícia exige o selo de garantia em todos os produtos. “Dá um pouco de trabalho selecionar tudo
com o selo de certificação, mas vale a pena não comprar ‘gato por lebre’”, confessa. “E aqui é tudo natural, sem agrotóxico,
sem fertilizantes sintéticos, sem aditivos ou conservantes químico. Todos os artigos que vendo são produzidos com respeito
ao meio ambiente, responsabilidade social e muitos cuidados ecológicos”, garante.

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Chá de hortelã pode reduzir excesso de pêlos na mulher
February 22nd, 2007
O chá de hortelã pode ajudar a controlar o excesso de pêlos em mulheres, dizem pesquisadores turcos. Segundo um estudo,
tomar chá desta erva duas vezes por dia reduz os níveis de hormônio sexual masculino no corpo da mulher.

O hormônio causa o crescimento excessivo de pêlos escuros e grossos na barriga, seios e rosto (condição chamada de
hirsutismo).

O estudo foi realizado pela Universidade Suleyman Demirel, em Isparta, e publicado na revista especializada Phytotherapy
Research.

O hirsutismo geralmente é ligado a desequilíbrios hormonais e é comum entre mulheres que têm a síndrome do ovário
policístico.

A condição é normalmente tratada com drogas que reduzem os níveis do hormônio andrógeno, ou masculino, no corpo da
mulher.

Os cientistas turcos dizem que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural.

Toda mulher produz uma quantidade pequena de hormônios masculinos, entre eles a testosterona. No entanto, uma produção
maior desses hormônios pode levar ao crescimento excessivo de pêlos.

De acordo com os pesquisadores, o consumo da hortelã havia sido associado a uma redução na libido de homens em uma
cidade chamada Isparta, no sudoeste da Turquia.

Para estudar os efeitos da planta em mulheres, 21 voluntárias com hirsutismo, 12 sofrendo da síndrome do ovário policístico,
tomaram dois copos de chá de hortelã por dia durante cinco dias.

Cada copo foi preparado com 250ml de água fervente e 5 gramas de folhas secas. A infusão foi bebida entre cinco e dez
minutos após o preparo.

Os pesquisadores verificaram uma diminuição significativa nos níveis de testosterona ativa no sangue e um aumento em vários
hormônios femininos.

Entretanto, não houve diminuição nos níveis gerais de testosterona, uma indicação de que o hormônio estava acoplado a
proteínas na corrente sangüínea e inativo.

Para os cientistas turcos, é possível que a hortelã tenha a propriedade de afetar o metabolismo de hormônios como a
testosterona ou influir diretamente na síntese de hormônios andrógenos.

A coordenadora do estudo, Mehmet Numan Tamer, disse que é preciso fazer mais pesquisas sobre o assunto.

“Este estudo mostra que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural para mulheres com sintomas leves”.

“Agora precisamos fazer mais estudos para testar a confiabilidade desta descoberta, e para ver até que ponto a redução nos
andrógenos ajuda mulheres com hirsutismo leve”.

Comentando a pesquisa, Richard Sharpe, da unidade de Human Reproductive Sciences do Medical Research Council, em
Edimburgo, disse que o estudo é mais uma indicação de que plantas podem ter efeito em hormônios humanos.

Mas recomendou às mulheres que sofrem de hirsutismo ou da síndrome do ovário policístico que façam um tratamento médico.

“A mudança (produzida pela hortelã) é relativamente modesta e eles não mostraram no estudo se haveria qualquer
conseqüência para as mulheres”, disse Sharpe.

“Para muitos compostos derivados de plantas, é difícil usar este tipo de observação genérica para estudar os mecanismos e
descobrir qual é o composto ativo”, acrescentou.

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Dolomita
February 9th, 2007

Pedras terapêuticas
May 30th, 2007
Há três anos, quando a técnica chegou ao Brasil, trazida pela esteticista Ala Szerman, muitos estranharam a possibilidade de o
corpo humano entrar em estado de relax com o uso de pedras; afinal, esse tipo de criação da natureza lembra desconforto. No
entanto, a prática que utiliza a energia de pedras (aquecidas ou frias) é, atualmente, uma das técnicas mais procuradas em
centros estéticos.

Andréa Alves, terapeuta especializada no uso de pedras vulcânicas para tratamento de distúrbios emocionais e de saúde,
explica que essa terapia nasceu no Oriente há mais de dois mil anos.

A energia das pedras

No Brasil, apesar de muito recente, a técnica vem sendo procurada para ativar os sete chacras do corpo. Com isso, promove a
circulação de energias bloqueadas. Além das vulcânicas, rochas sedimentares, como o mármore, também são utilizadas nos
tratamentos.

De acordo com Andréa, elas trazem heranças energéticas de milhões de anos. Na aplicação no corpo humano, são escolhidas
de acordo com tamanho, forma e composição.

Antônio Ducan, autor do livro O caminho das pedras Editora Nova Era, se debruçou sobre o tema e diz já estar provado que as
pedras preciosas conduzem, recebem e geram energia.

O uso de pedras é procurado geralmente por pessoas que querem aliviar a ansiedade e o estresse físico ou emocional.
Cristina Fonseca, fisioterapeuta que recorre ao poder das pedras para atender seus pacientes, diz que algumas pedras podem
dar a sensação de que são muito quentes e de que queimam a pele.

De acordo com ela, isso pode assustar um pouco na primeira sessão, mas o paciente logo percebe que, ao invés de mal-estar,
ocorre, isto sim, um profundo relaxamento.

Tipos de massagem

A turmalina negra é conhecida pela sua combustão de energias e potencial químico. O tratamento, batizado de
phitotermoterapia, une ervas medicinais às pedras quentes.

Em alguns spas, massagens corporais com o uso de pedras quentes e frias prometem ativar o equilíbrio energético.

O terapeuta massageia o corpo, liberando chacras bloqueados. A energia das pedras e a diferença de temperatura estimulam o
sistema circulatório.

Segundo os entendidos no assunto, as reações fisiológicas e orgânicas auxiliam no tratamento de perda de peso, combatem o
estresse e equilibram o sistema nervoso.

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COMPONENTE DO CHÁ VERDE PODE AJUDAR PESSOAS COM ARTRITE REUMATÓIDE
May 1st, 2007
Washington, 29 abr (EFE) - Um componente do chá verde oferece benefícios terapêuticos às pessoas que sofrem de artrite
reumatóide, segundo um novo estudo da Universidade de Michigan.

A pesquisa, que será divulgada hoje, durante a Conferência de Biologia Experimental 2007, realizada em Washington, avaliou os
efeitos de um poderoso antiinflamatório derivado do chá verde, conhecido como epigalocatequina-3-galato (EGCG).

Segundo o trabalho, a substância inibe a produção de moléculas que estimulam a inflamação e o desgaste das articulações nas
pessoas que sofrem de artrite reumatóide.

O componente do chá verde também reduziu as células inflamadas no tecido que liga as articulações.

“Nossa pesquisa é um passo muito promissor na busca de tratamentos para deter o desgaste das articulações nas pessoas
com artrite reumatóide”, afirmou em comunicado Salahuddin Ahmed, o principal pesquisador encarregado do estudo e cientista
do departamento de reumatologia da Universidade de Michigan. EFE

Adquira o chá verde

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Estudo: chá verde “pode ajudar no combate ao HIV”
April 20th, 2007
BBC Brasil

Consumir chá verde pode ajudar no combate contra o HIV, o vírus da aids, de acordo com uma nova pesquisa. Cientistas
britânicos e americanos descobriram que um componente chamado Epigallocatechin gallate (EGCG) evita que o HIV se ligue às
células do sistema imunológico, chegando a estas células primeiro.

Uma vez que o EGCG se liga às células do sistema imunológico, não sobra espaço para o HIV se instalar da forma habitual. Mas
os especialistas afirmam que o trabalho, que foi publicado na revista Journal of Allergy and Clinical Immunology, está em um
estágio preliminar.

“Nossa pesquisa mostra que beber chá verde pode reduzir o risco de ser infectado pelo HIV e também pode desacelerar a
proliferação do HIV”, disse Mike Williamson, pesquisador da Universidade de Sheffield.

“Não é uma cura e nem é uma maneira segura de evitar a infecção. De qualquer forma, sugerimos que deveria ser usado junto
com remédios tradicionais para melhorar a qualidade de vida para os que foram infectados”, acrescentou.

“Atualmente, mais pesquisas estão ocorrendo para determinar o quanto podemos esperar de efeito a partir de quantidades
diferentes de chá.”

Preservativos e medicação

Keith Alcorn, editor do serviço pela Internet Aidsmap, disse que serão necessários testes em animais antes de se chegar a
conclusões a respeito do possível efeito protetor do consumo de chá verde.

“Este estudo apenas analisa a habilidade de um elemento químico no chá verde para evitar que o HIV se ligue às células C4 do
sistema imunológico humano em testes de laboratório.”

“Muitas substâncias que, em testes de laboratórios, mostraram que podem evitar infecção por HIV, mostraram pouco ou
nenhum efeito na vida real. Então, acredito que há um longo caminho a ser percorrido antes que qualquer pessoa possa confiar
no chá verde para se proteger contra a infecção por HIV”, disse.

“Preservativos evitam o HIV. Qualquer coisa que melhore o sistema imunológico é benéfica para as pessoas com o HIV, mas chá
verde não pode ser substituto para a medicação apropriada e para as técnicas de prevenção”, disse Lisa Power, da instituição
britânica de luta contra a aids Terrence Higgins Trust.

O chá verde está ligado a efeitos positivos em várias doenças, incluindo doenças cardíacas, câncer e Mal de Alzheimer.

Comprar Cha verde

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Chá Verde: Amigo da boa forma e da saúde
March 19th, 2007
O chá verde ajuda a secar as gordurinhas e acelera o metabolismo

Agência O Globo

O sabor pode não ser dos mais doces, mas os benefícios são inúmeros: além de ajudar a secar gordurinhas, o chá verde
acelera o metabolismo, desintoxica e facilita a digestão. E tem mais: diminui as taxas de colesterol ruim e bloqueia o acúmulo de
gordura na parede dos vasos sangüíneos.

A atriz Milena Toscano, que vive a Ilka em ‘Amazônia’, é uma das adeptas da novidade que já conquistou boa parte da
mulherada preocupada em cuidar do corpo.

“Prefiro o chá feito com a própria erva, fervido na panela e coado logo depois. Deixo em uma garrafona na geladeira e tomo
todos os dias. Eu mesma que faço, quase não tomo de saquinho”, conta ela, que está no elenco de ‘Eterna magia’, a próxima
novela das seis.
Milena tem razão de preferir o chá feito na panela.

“O saquinho traz partes da erva que não possuem a concentração dos seus princípios ativos da planta Camellia Sinensis, de
onde é extraído. Com isso, ele quase se torna apenas aromático. A melhor solução é mesmo colocar o chá na panela ou então
comprar as embalagens de 1 litro, vendidas em supermercados”, explica a nutricionista Fernanda Albuquerque de Andrade, da
Universidade do Corpo.

Aliado a uma boa dieta, o chá verde ajuda ainda mais no emagrecimento. Mas nada de tomar o chá durante as refeições, como
se fosse um suco.

“Ele deve ser ingerido longe de grandes refeições porque possui tanino, uma substância que, apesar de prevenir doenças
cardíacas, atrapalha a absorção de nutrientes”, diz a nutricionista Sabrina Santangelo.

Um dia da dieta do chá verde

Jejum
1 xícara (200ml) de chá verde
Café da manhã
1 pote de iogurte light de fruta com 1 colher de sobremesa de farelo de trigo + 1 fatia de pão integral light com 2 colheres de
sobremesa de queijo cottage + 1 fatia média de melancia ou 200g de salada de frutas (morango, mamão e maçã) com iogurte
desnatado + aveia e 1 colher de mel + 3 torradas integrais com 1 colher de cream cheese light
Lanche da manhã
1 maçã (ou uma banana) + 1 xícara (200ml) de chá verde com casca de abacaxi ou 1 Polenguinho com fibras + 1 xícara de chá
verde com hortelã
Almoço
1 xícara de espaguete ao alho e óleo + 3 colheres de sopa de brócolis refogada + gelatina diet.
Lanche da tarde
1 pote de iogurte natural com flocos de milho + 1 xícara de chá verde com casca de manga ou 3 xícaras de pipoca sem manteiga
+ 1 xícara de chá verde com erva-doce.
Jantar
salada de alface com cenoura e beterraba ralada + frango desfiado com requeijão + 2 ameixas vermelhas ou salada de alface e
rúcula + 1 batata assada e recheada com atum e cogumelo + 2 fatias de manga
Ceia
1 rodela de abacaxi com hortelã ou 1 pote de iogurte batido com banana e ameixa + 1 xíc. de chá verde com casca de laranja.

Saiba mais sobre o chá verde

Para que o chá verde realmente ajude no processo de emagrecimento, o indicado é tomá-lo pelo menos quatro vezes ao dia.

Para melhorar o sabor amargo do chá verde, nada de açúcar refinado ou adoçante, que prejudicam o poder que o chá tem de
desintoxicar o organismo, dificultando a perda de peso. O melhor é optar pelo mel (uma colher de chá), stévia ou sucralose.

Uma boa opção é prepará-lo com outro chá: pode ser de erva-cidreira, hortelã ou erva-doce.

As cápsulas de chá verde só devem ser ingeridas com orientação médica, pois sua concentração é muito maior do que a obtida
apenas pelo chá, e pode causar desconforto em pessoas mais sensíveis, como insônia ou problemas gástricos (pela presença
da cafeína).

Em jejum, a temperatura ideal do chá verde é a morna, mais aceita pelo estômago vazio. Nos demais horários, pode ser em
qualquer temperatura.

Hipertensos, gestantes e pessoas com gastrite devem evitar tomar o chá verde.
Apesar de existir mais de 3 mil produtos com seu nome, só é chá verde o que tem em sua composição a planta Camellia
sinensis.

Adquira o chá verde

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Chá verde garante longevidade
March 11th, 2007
Não é de hoje que o mundo ocidental admira a longevidade e a saúde dos orientais, que não escondem os segredos para
manter a qualidade de vida e uma rotina saudável. Entre os segredos está o consumo do chá verde, obtido da planta Camellia
sinensis, que possui ação estimulante e desintoxicante, ajuda a ativar a circulação sangüínea, a aumentar a resistência a várias
doenças e no controle da obesidade.

A farmacêutica Célia Regina von Linsingen explica que o chá verde é rico em flavonóides, substâncias antioxidantes que
ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. O chá verde acelera o metabolismo
e ajuda a queimar a gordura corporal, tem ação antiinflamatória e antigripal, que ativam o sistema imunológico e ajudam na
regeneração da pele. Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de
celulite e gordura localizada.

A Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos defende que o consumo de chá verde, regularmente, ajuda a prevenir
alguns tipos de câncer, artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas, isso porque ele tem bioflavonóides e
catequinas, duas substâncias que bloqueiam as alterações celulares que originam os tumores.

Estudos de universidades européias, dos Estados Unidos, China e Japão destacam todos esses benefícios do chá verde, que
ainda contém manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas como C, K, B1 e B12. São elas que ajudam a prevenir doenças
cardíacas e circulatórias. O consumo diário desse chá ainda diminui as taxas do LDL, o colesterol que faz mal à saúde. Ele
fortalece as artérias e veias, ou seja, diminui em 25% a chance de se sofrer um infarto e reduz em 30% a chance de um derrame
na terceira idade, além de ajudar o sistema osteoarticular, dissolvendo depósitos de uréia e ácido úrico nas articulações,
prevenindo a artrite, o reumatismo e favorecendo os movimentos.

Grande amigo dos intestinos, o chá verde protege e renova a flora bacteriana saudável, ajudando na eliminação de fungos,
vírus e bactérias. No fígado, ele melhora a absorção de nutrientes e protege o órgão de toxinas do álcool, cigarro etc. Os
brônquios também agradecem. O chá promove um relaxamento na musculatura dos pulmões, facilitando a respiração dos
asmáticos.

O consumo do chá verde, em grandes proporções pelos japoneses, aliado ao baixo consumo de gorduras, com uma
alimentação saudável, à base de vegetais, frutas, sojas e seus derivados, fez com que os orientais se destacassem pelo baixo
índice de doenças crônicas e pelo fato dessa região ter a maior expectativa de vida do mundo.

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March 7th, 2007
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Cultivar frutas e verduras em casa pode ser um bom antídoto contra o estresse
February 26th, 2007
Cultivar, no quintal de casa, uma horta e um pomar, é um privilégio que alguns moradores da cidade transformam em hobby,
enquanto outros fazem dos produtos orgânicos um grande negócio. Em plena Vila Madalena, precisa ver só, há um desses
cantinhos, que desafiam a aridez do cenário urbano.

Banana nanica, abacate,araçá (que parece uma goiabinha), romã, uva e pitanga são algumas das frutas plantadas no pitoresco
pomar da casa de Ermínia Maricato, arquiteta que já foi ministra do governo Lula. Professora da USP, ela conta que quando
pediu demissão do Ministério das Cidades, em Brasília, voltou pra sua casa em São Paulo e resolveu incrementar sua hortinha
caseira.

No meio desse quintal de frutas saborosas, ela também plantou ervas, como manjerona, manjericão, alecrim, orégano, salsa,
aipo e hortelã, entre outras. Ermínia não se deu por satisfeita e decidiu completar sua suculenta plantação cultivando uma
grande variedade de verduras e legumes, como alface, escarola, almeirão, tomate, cenoura, rabanete, salsão ou aipo e quiabo.
“É uma delícia comer jaboticaba colhida no pé”, confessa Ermínia. “Tudo que é fresquinho é muito mais saboroso. Outra
vantagem é não precisar ingerir alimentos com produtos químicos” , pondera.

Ermínia conta que trabalha a terra com um composto agrícola orgânico desenvolvido por ela. “Trata-se de um produto feito com
folhas que caem das árvores, estrume de gado e galinha e farinha de osso. De vez em quando eu mexo tudo isso e depois
misturo com terra. Não uso adubo artificial, nenhum produto químico e nem defensivo agrícola, que são os inseticidas”, relata.
Tomate, ensina Ermínia, é muito difícil de cultivar sem defensivo agrícola. Tudo o que é produzido no seu quintal é para
consumo próprio, mas quando a colheita é grande, ela divide com amigos e parentes. “Mexer com terra e ver os frutos nascer
descansa a cabeça e cansa o corpo, ainda mais para quem fica horas seguidas em frente ao computador”, acredita a arquiteta,
que admite ter encontrado a terapia ideal.

No caso da engenheira química Patrícia Hamra, a paixão pelos produtos orgânicos ultrapassou a horta urbana para se
transformar em um negócio bem-sucedido: um empório dedicado exclusivamente aos produtos orgânicos. Foi em um bairro de
classe média alta, os Jardins, que ela abriu o Taya Empório Orgânico. Lá, até os móveis da casa são todos reciclados, feitos de
madeira de demolição, comprados em lojas de antiguidade. “Não foi preciso desmatar florestas para criar esses objetos”,
comemora a engenheira química. E mais: o uniforme dos funcionários é feito de algodão orgânico, comprado em Campina
Grande, na Paraíba.

Para rechear as prateleiras, Patrícia começou a um verdadeiro trabalho de pesquisa para encontrar produtos adequados à sua
proposta para oferecer aos clientes. E se surpreendeu ao encontrar pequenos comerciantes que abastecem supermercados
com produtos orgânicos. Mas Patrícia exige o selo de garantia em todos os produtos. “Dá um pouco de trabalho selecionar tudo
com o selo de certificação, mas vale a pena não comprar ‘gato por lebre’”, confessa. “E aqui é tudo natural, sem agrotóxico,
sem fertilizantes sintéticos, sem aditivos ou conservantes químico. Todos os artigos que vendo são produzidos com respeito
ao meio ambiente, responsabilidade social e muitos cuidados ecológicos”, garante.

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Chá de hortelã pode reduzir excesso de pêlos na mulher
February 22nd, 2007
O chá de hortelã pode ajudar a controlar o excesso de pêlos em mulheres, dizem pesquisadores turcos. Segundo um estudo,
tomar chá desta erva duas vezes por dia reduz os níveis de hormônio sexual masculino no corpo da mulher.

O hormônio causa o crescimento excessivo de pêlos escuros e grossos na barriga, seios e rosto (condição chamada de
hirsutismo).

O estudo foi realizado pela Universidade Suleyman Demirel, em Isparta, e publicado na revista especializada Phytotherapy
Research.

O hirsutismo geralmente é ligado a desequilíbrios hormonais e é comum entre mulheres que têm a síndrome do ovário
policístico.

A condição é normalmente tratada com drogas que reduzem os níveis do hormônio andrógeno, ou masculino, no corpo da
mulher.

Os cientistas turcos dizem que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural.

Toda mulher produz uma quantidade pequena de hormônios masculinos, entre eles a testosterona. No entanto, uma produção
maior desses hormônios pode levar ao crescimento excessivo de pêlos.

De acordo com os pesquisadores, o consumo da hortelã havia sido associado a uma redução na libido de homens em uma
cidade chamada Isparta, no sudoeste da Turquia.

Para estudar os efeitos da planta em mulheres, 21 voluntárias com hirsutismo, 12 sofrendo da síndrome do ovário policístico,
tomaram dois copos de chá de hortelã por dia durante cinco dias.

Cada copo foi preparado com 250ml de água fervente e 5 gramas de folhas secas. A infusão foi bebida entre cinco e dez
minutos após o preparo.

Os pesquisadores verificaram uma diminuição significativa nos níveis de testosterona ativa no sangue e um aumento em vários
hormônios femininos.

Entretanto, não houve diminuição nos níveis gerais de testosterona, uma indicação de que o hormônio estava acoplado a
proteínas na corrente sangüínea e inativo.

Para os cientistas turcos, é possível que a hortelã tenha a propriedade de afetar o metabolismo de hormônios como a
testosterona ou influir diretamente na síntese de hormônios andrógenos.

A coordenadora do estudo, Mehmet Numan Tamer, disse que é preciso fazer mais pesquisas sobre o assunto.

“Este estudo mostra que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural para mulheres com sintomas leves”.

“Agora precisamos fazer mais estudos para testar a confiabilidade desta descoberta, e para ver até que ponto a redução nos
andrógenos ajuda mulheres com hirsutismo leve”.

Comentando a pesquisa, Richard Sharpe, da unidade de Human Reproductive Sciences do Medical Research Council, em
Edimburgo, disse que o estudo é mais uma indicação de que plantas podem ter efeito em hormônios humanos.

Mas recomendou às mulheres que sofrem de hirsutismo ou da síndrome do ovário policístico que façam um tratamento médico.

“A mudança (produzida pela hortelã) é relativamente modesta e eles não mostraram no estudo se haveria qualquer
conseqüência para as mulheres”, disse Sharpe.

“Para muitos compostos derivados de plantas, é difícil usar este tipo de observação genérica para estudar os mecanismos e
descobrir qual é o composto ativo”, acrescentou.

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Dolomita
February 9th, 2007

Saúde Alternativa
Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!Saúde Alternativa É Direito de Todos
O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e
complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais
nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem parte da chamada PNPIC (Política
Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA –
ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento
com águas medicinais).

Ótima notícia, não é?

A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de recursos (o dinheiro para pagar os
profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.

Por isto, precisamos nos unir para defender a medicina “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um
abaixo-assinado que circula na internet no endereço http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.
asp e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus
familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a saúde alternativa!

Publicado em: homeopatia antroposofia ervas medicinais medicina natural Crenoterapia medicina antroposófica remédios
medicina alternativa fitoterapia saúde plantas medicinais acupuntura medicina preventiva medicinaon Abril 29, 2007 at 6:40 pm
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Ao Natural - O Crescimento da Fitoterapia


“Minha terra tem palmeiras

onde canta o sabiá (…)
Nossas várzeas têm mais flores
Nossos bosques têm mais vida (…)
Minha terra tem primores
que tais não encontro eu cá”

Gonçalves Dias – Canção do exílio

Juliane Zaché

A flora brasileira sempre foi exaltada em verso e prosa, como no trecho acima do poema de Gonçalves Dias. Hoje em dia,
porém, não é apenas a beleza de nossas florestas que encanta o mundo. A ciência está comprovando a eficácia de receitas
populares, feitas à base de ervas, para tratar a saúde. Os pesquisadores sabem que existe um tesouro precioso nas entranhas
das árvores e plantas nativas do Brasil. Por isso, pense duas vezes antes de recusar aquele chazinho de sua avó contra
enjôos, por exemplo. A bebida pode ser eficaz. Por trás desta garantia estão estudos científicos de faculdades renomadas,
como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Além disso, tornou-se
comum encontrar artigos sobre fitoterápicos (remédios elaborados com o princípio ativo de vegetais) em publicações
científicas de prestígio, como a revista Lancet e o British Medical Journal. E a medicina dá respaldo à fitoterapia (tratamento à
base de plantas medicinais). “Ela pode ser uma alternativa para as pessoas”, afirma o nefrologista Nestor Schor, da Unifesp,
que pesquisa em seres humanos a planta quebra-pedra contra cálculos nos rins.

Não é só a medicina que acordou para a importância das plantas. Também estão pegando carona na onda verde os laboratórios
farmacêuticos e as empresas de cosméticos. Essas indústrias descobriram que estão diante de um filão muito rentável. E,
obviamente, não querem perder tempo. A consultoria Booz.Allen & Hamilton estima que o mercado mundial de fitoterapia
movimente cerca de US$ 22 bilhões por ano. Em 2000, o setor faturou nos Estados Unidos US$ 6,3 bilhões. Na Europa, foram US$
8,5 bilhões. No Brasil, não há estatísticas oficiais, mas calcula-se que o faturamento esteja na casa dos US$ 500 milhões. A
previsão dos consultores é de que em 2010 esse montante passe a ser US$ 1 bilhão no País. Enquanto isso, o segmento vai se
diversificando. Já se encontram nas farmácias desde medicamentos contra tensão pré-menstrual (TPM) até cremes
antienvelhecimento. “É um mercado valioso, pois cerca de 20% dos microrganismos daqui não são encontrados lá fora”, afirma
José Eduardo de Mello, vice-presidente de relações institucionais do Laboratório Aché, que investe na área. “O Brasil tem
potencial para ser o grande produtor de novas drogas fitoterápicas”, acredita.

Impotência – Ainda assim, o consumidor brasileiro não deixa de recorrer a alternativas tiradas do jardim alheio. Um dos
tratamentos fitoterápicos que vêm despertando a atenção de médicos e pacientes é a planta indiana Tribulus terrestris,
comercializada no Brasil em forma de cápsulas e gel. Ela é indicada contra a falta de libido e a impotência. Recentemente, seus
efeitos foram apresentados num congresso no Rio pelo ginecologista Décio Alves, coordenador do serviço de terapias naturais
e acupuntura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisas americanas já comprovaram a ação da planta nos casos de
impotência. Alves está testando o remédio para tratar a falta de desejo associada à menopausa – quando o nível de hormônios
se altera, diminuindo a lubrificação genital, entre outros efeitos. Aparentemente, com sucesso. “Por meio de mecanismos
complexos, o vegetal aumenta em 30% a produção de testosterona (hormônio presente em baixas doses na mulher). Ele
modifica os níveis de neurotransmissores no cérebro, estimulando o desejo e o bem-estar”, explica Alves. A carioca Frigg
Lopes de Oliveira, 58 anos, está feliz com o tratamento. Há dois anos, ela entrou na menopausa. “Fiquei sem desejo sexual”,
conta. Há seis meses, ela passou a usar a Tribulus. “Hoje me sinto mais viva e meu marido está adorando o resultado”,
comemora.

Efeito – Contra a impotência, a planta é benéfica porque melhora a circulação sanguínea, o que facilita a irrigação do pênis e
sua ereção. Alves vê ainda mais uma vantagem em usar a Tribulus em vez do Viagra. “A pílula ajuda apenas na vascularização
local, enquanto a planta atua no sistema nervoso, no raciocínio e na memória, sendo que a boa performance sexual também é
consequência da melhora geral da saúde”, justifica. Até o momento, Alves não notou nenhum efeito colateral em seus
pacientes. Mas o médico não recomenda a planta, por exemplo, para quem já teve câncer de próstata. “Isso porque a doença
está ligada ao aumento da testosterona”, esclarece. O especialista também ressalta a importância do acompanhamento médico
durante o tratamento com a planta indiana.

Mas os nossos quintais também têm opções naturais para problemas sexuais, assim como outras alternativas para tratar
diversas doenças. No primeiro caso, a sabedoria popular recomenda a nó-de-cachorro (Heteropterys aphrodisiaca O. Mach),
muito encontrada na região do Pantanal. Lá, usam-se a raiz e a casca da erva, curtidas na cachaça, para preparar uma bebida
com suposto efeito afrodisíaco. Por enquanto, essa ação ainda não foi testada. O interesse dos cientistas em relação ao vegetal
está no campo da memória e do aprendizado. Pesquisadores da Unifesp fizeram estudos com ratos jovens e velhos. Para testar
a memória dos roedores, os animais foram colocados em uma caixa com compartimentos que levavam a uma isca. Dentro dela
havia um equipamento que dava choques se os bichos encostassem o nariz no local, instalado próximo ao alimento. “Os ratos
jovens aprenderam rapidamente que não deviam atravessar a caixa, mas os idosos demoraram um pouco para perceber isso”,
conta Elisaldo Carlini, professor do departamento de psicobiologia da Unifesp. Depois, durante sete dias todos os animais
beberam um líquido à base do extrato da planta nó-de-cachorro. Novamente, eles foram colocados à prova. Só que dessa vez
os ratos idosos aprenderam a lição tão bem quanto os jovens.

Sucesso – A experiência teve tanta repercussão que o Laboratório Biossintética, de São Paulo, adquiriu a patente da planta e
está realizando pesquisas mais avançadas. “O nosso objetivo é criar no futuro um medicamento eficaz contra a perda de
memória”, informa Márcio Falci, diretor médico do laboratório. Falci também vê outras qualidades que justificam o investimento
de R$ 2 milhões na planta nó-de-cachorro. Para ele, o desenvolvimento de produtos fitoterápicos é trabalhoso, mas o processo
é menos complexo do que fabricar remédios químicos. “A sabedoria popular já te dá pistas importantes sobre o uso medicinal
das plantas, enquanto no caso dos sintéticos é preciso desenvolver uma molécula”, acrescenta.

Outro laboratório que também está interessado nas pesquisas da Unifesp é o Aché, que criou uma área de fitoterápicos. Mas a
empresa está atenta à famosa espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), que combate a úlcera – inflamação da parede estomacal.
“Estamos começando os estudos com voluntários”, afirma José de Mello. No departamento dedicado ao mundo verde, estão
em estudos o efeito terapêutico de plantas como a erva-baleeira, conhecida popularmente por atuar como antiinflamatório e
também por agir contra a úlcera. O laboratório pretende desenvolver remédios a partir desses trabalhos. O Aché tem ainda
projetos na região de Tocantins para analisar o potencial da vegetação do cerrado.

Quem também aposta na fitoterapia é a Ativos Farmacêutica, de Campinas (SP). Ela patenteou a pesquisa da planta artemísia
(Artemisia annua) para avaliar a ação contra casos graves de malária – infecção causada pelo parasita Plasmodium –,
resistentes à terapia convencional. O estudo, que teve resultados positivos, foi conduzido pela divisão de farmacologia e
toxicologia da Universidade de Campinas (Unicamp). “Substâncias existentes na planta combatem a malária”, garante o
farmacologista João Ernesto de Carvalho, um dos responsáveis pela pesquisa. “Estamos esperando a abertura de uma
licitação, pois vamos tentar vender a droga para o governo, já que a malária é um problema de saúde pública”, diz Alexandre
Frederico, diretor médico da Ativos. A Unicamp também está estudando a ação terapêutica de 30 plantas do Estado de São
Paulo. Desse número, seis já mostraram benefícios contra células tumorais in vitro.

No sertão nordestino também se encontra um dos alvos da fitoterapia. A planta aroeira-do-sertão (Myracrodum uru de uva) está
na mira da Universidade Federal do Ceará. Ela se mostrou eficaz no tratamento de feridas nos genitais e na virilha. “Os testes
foram feitos apenas em ratos”, observa o farmacologista Francisco Matos, orientador da tese de mestrado baseada nessa
experiência. “A aroeira tem várias substâncias que tratam a mucosa vaginal”, esclarece. Os benefícios da planta já eram
conhecidos pelas sertanejas. Elas cozinham a casca de aroeira, despejam o líquido em uma bacia e fazem o famoso banho de
assento.

Gripe – O amplo uso popular das ervas medicinais foi um dos fatores que levaram o cantor Luiz Melodia, 50 anos, a adquirir o
hábito de recorrer às soluções naturais. “Desde criança, minha mãe preparava meu banho com erva-de-santa-maria para curar
inflamações da pele”, recorda-se. Hoje, sempre que pode ele consome fitoterápicos, principalmente para enfrentar gripes e
resfriados. Para casos em que uma simples gripe se agrava e se transforma em tuberculose, pesquisadores da Universidade
Estadual do Estado de São Paulo, em Araraquara, descobriram uma alternativa natural. O trabalho, coordenado pela
microbiologista Clarice Fujimura, mostrou que, em laboratório, o óleo essencial de eucalipto, do tipo Eucaliptus citriodora, teve
ação tóxica contra a bactéria responsável pela doença. No momento, os especialistas tentam, por meio de técnicas complexas,
aumentar a potência terapêutica do eucalipto.

As investidas não param por aí. A Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, está criando um megahorto na zona oeste da cidade para a
cultura de plantas medicinais. Cerca de 100 espécies serão cultivadas. Delas, 34 já vêm sendo estudadas para a produção de
remédios. O Laboratório de Produtos Naturais, que pertence à instituição, investiga as propriedades farmacológicas de plantas
normalmente consumidas pela população. Uma delas é a erva-cidreira brasileira. “Até agora se conhece o efeito da européia,
usada como calmante”, diz o farmacêutico José Luiz Ferreira, um dos integrantes do projeto.

Mas o entusiasmo pelo poder verde não significa que as drogas químicas serão substituídas pelas fitoterápicas. “Dependendo
do caso, se for necessário um resultado mais rápido, o ideal é indicar os sintéticos, que são mais potentes”, observa José
Augusto Zuard, ginecologista do Rio que receita há três anos fitoterápicos para suas pacientes. “Eles são menos agressivos do
que os medicamentos químicos, pois sua ação é mais lenta. Mas não dá para achar que, só porque é natural, a planta seja
inofensiva”, ressalta. Certos remédios feitos com o princípio ativo de plantas só devem ser vendidos com prescrição médica.
Os comercializados sem receita também exigem atenção. Para adquirir os remédios naturais com segurança é necessário
seguir algumas regras, como o nome do farmacêutico responsável. Os fitoterápicos podem causar prejuízos ao organismo se
não forem tomados com precaução. O ginko biloba, por exemplo, promete melhorar a memória, mas, se for consumido em
excesso, pode causar fortes dores de cabeça. “Outra dica é evitar comprar a planta in natura, já que a olho nu não dá para ver
se ela está contaminada”, avisa Luís Carlos Marques, farmacêutico da Universidade Estadual do Maringá (PR).

Os fitoterápicos são remédios sérios. Tanto é que a farmacologia (ramo da medicina que estuda medicamentos) surgiu a partir
de pesquisas de substâncias extraídas de ervas. Atualmente, pelo menos 25% dos medicamentos alopáticos derivam de plantas
– a aspirina, por exemplo, originalmente foi extraída da planta Salix alba (daí o nome de seu princípio: ácido salicílico). Uma das
vantagens dos remédios naturais é o preço, em geral mais barato do que os dos medicamentos convencionais. É verdade que
existem alguns fitoterápicos que pesam mais no bolso. De acordo com o farmacêutico Marques, esses remédios necessitam de
várias etapas para serem produzidos, o que pode encarecê-los. De uma forma ou de outra, as pessoas passaram a recorrer
mais às soluções vindas dos vegetais. “Houve uma inversão de valores. A população está buscando alternativas mais naturais,
pois perceberam que a tecnologia não soluciona todos os problemas”, avalia o médico carioca Alexandros Botsaris,
especialista em fitoterapia. É o caso da consultora de marketing Roseclair Fujita, 40 anos, de São Paulo. Desde a adolescência,
ela usa fitoterápicos. “Qualquer problema que tenho, lanço mão deles”, conta. O hábito se estendeu à família. Seus filhos, Jade,
19 anos, e Ubiatan, 17, também são adeptos da linha natureba. Ainda mais quando o tratamento veio da flora brasileira. “É
preciso valorizar o que é nosso”, diz Roseclair.

Hormônios – Entre os consumidores de fitoterápicos estão muitas mulheres. Principalmente as que entram na menopausa.
Nesse período, é comum elas receberem reposição hormonal (com drogas químicas) para evitar sintomas como ondas de calor.
Uma alternativa para essas pacientes é o uso de fito-hormônios, como o Clifemin (à base da planta canadense Cimicifuga
racemosa), do Laboratório Herbarium, de Curitiba. Os fito-hormônios têm substâncias encontradas nas plantas que possuem a
estrutura química ou atividade semelhante ao dos hormônios produzidos pelo organismo, como a progesterona. Só que a ação
deles é mais leve do que a reposição hormonal tradicional. “Dessa forma, os efeitos colaterais são menores”, assegura Carina
do Amaral Gurgel, farmacêutica da Naturativa, farmácia de manipulação, no Rio. Os fito-hormônios são muito indicados para
mulheres com casos de câncer na família. Isso porque há relação entre a reposição química de progesterona (cujo nível se
altera durante a menopausa) e o surgimento de tumores. Por estar dentro desse grupo de risco, Rogélia Pereira Ferreira, 47
anos, adotou o fito-hormônio. Ela usa o fitoterápico chinês Dong Quai (feito com a raiz da Angelica sinensis), um dos
lançamentos da farmácia Naturativa, do Rio. “Tinha ondas de calor, que diminuíram bastante”, conta. “A planta é rica em
fitoestrógenos, compostos que substituem a carência de hormônios do organismo”, explica Carina.

Sensibilidade – Há também opções para quem sofre de TPM, distúrbio provocado por alterações hormonais e caracterizado por
sintomas como irritabilidade e cansaço. No mercado fitoterápico, uma alternativa está fazendo sucesso: as cápsulas de óleo de
prímula. A advogada Regina Teixeira, 31 anos, está contente com o uso da planta. “Sentia muitas dores musculares. Nem
analgésicos adiantavam. Os sintomas diminuíram com as cápsulas”, diz. O princípio ativo que comanda sua ação contra a TPM é
o ácido gama linolênico, extraído de sementes de prímula. “O linolênico regula a liberação de prostaglandina, substância que
atua nas reações inflamatórias e ajuda a diminuir a dor. Quando seu nível cresce durante a TPM, a sensibilidade também
aumenta”, explica o ginecologista Eliezer Berenstein, autor do livro Inteligência hormonal da mulher (Editora Objetiva). Mas ele
adverte que, no caso de sintomas como compulsão alimentar e retenção de liquidos, a prímula não mostra bons resultados.

As mulheres são beneficiadas pela fitoterapia também na área de cosméticos. A farmácia Naturativa, por exemplo, tem como
novidade o creme Iris Iso, extraído do lírio. Ele promete fortalecer a pele e hidratá-la. Também na linha beleza, há mais opções.
Em 2000, a Natura lançou a família Ekos, com produtos feitos a partir de substâncias de plantas. Inspirada nas riquezas da
Amazônia, o objetivo é resgatar os hábitos medicinais da população. Este ano, a Natura deu mais uma tacada no segmento.
Comprou o laboratório carioca Flora Medicinal, que atua no setor há 89 anos. “Queremos continuar mantendo a imagem de uma
empresa que se preocupa com a saúde”, ressalta Eduardo Luppi, diretor-geral da Flora Medicinal, recém-adquirida.

Benefício – Os homens também tiram proveito da onda verde. O Instituto de Beleza Anna Pegova, em São Paulo, lançou sua
linha de fitoterápicos, composta por produtos como Circuline, cápsulas feitas com folhas de uva. A empresa garante que o
medicamento estimula a circulação sanguínea, evitando dores nas pernas, por exemplo. O corretor de imóveis José Arnaldo
Casasus, 37 anos, de São Paulo, toma o remédio para prevenir inchaço nas pernas. “Sinto-me mais disposto a realizar minhas
caminhadas”, garante. A incorporação de princípios ativos extraídos de plantas por diversos segmentos da sociedade reforça o
poder da fitoterapia. E mostra que algumas soluções para nossos problemas podem estar florescendo bem diante de nossos
olhos.

Colheita na hora certa

A planta é um organismo vivo e suas estruturas são engenhosas como o corpo humano. E não funcionam sempre da mesma
forma. A espécie pode sofrer, por exemplo, com a ação do tempo, o que altera a concentração de seus princípios ativos. Sendo
assim, é importante saber a hora certa de colher o vegetal, pois suas substâncias são mais potentes numa determinada
estação. “Se ela não for colhida na época ideal, é preciso usar técnicas especiais de cultivo para aumentar a presença dos
componentes”, ressalta Luis Vitor do Sacramento, botânico da Universidade Estadual de São Paulo, em Araraquara. Uma das
funções do especialista é sair a campo para identificar informações sobre as plantas e analisá-las em laboratório.

Sem padrão definido

Um obstáculo que os fabricantes de fitoterápicos são obrigados a enfrentar é a ausência de padrões na dosagem dos
princípios ativos das plantas que formam a base de um medicamento. Isso significa, por exemplo, que um laboratório pode
produzir um extrato com 20% de uma substância e outro com apenas 10%. “Obviamente, a qualidade do produto fica
comprometida”, diz Olga Mellone, diretora médica do Laboratório White Hall, em São Paulo. A Agência Nacional Vigilância
Sanitária (Anvisa) está atenta à questão. O órgão diz que só dá para controlar o problema exigindo estudos científicos dos
fabricantes. “Não adianta ir na mata pegar folhas e fazer um chazinho”, diz Maurício Viana, gerente de medicamento da
instituição.

Tesouro brasileiro ameaçado

Não resta dúvida sobre a riqueza da flora brasileira. Mas ainda há muitos espinhos envolvidos com a exploração de nossas
matas. Para alguns especialistas, um obstáculo é a ineficácia da legislação. A Resolução 17/2000, que regulamenta a fitoterapia,
estipula um prazo de dez anos de estudos para comprovar a ação das plantas. “É um tempo longo para pesquisas. Alguns
empresários preferem investir nas plantas chinesas com efeito já comprovado”, diz Elisaldo Carlini, da Universidade Federal de
São Paulo. Maurício Viana, gerente de medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desconhece essa
fixação de prazo. Ele informa que a agência exige apenas estudos sérios comprovando os efeitos dos vegetais. Os
especialistas se queixam também da atuação dos órgãos governamentais. “Procurei a Anvisa para saber o número de empresas
de fitoterápicos no Brasil. Até agora não obtive os dados”, lamenta Magrid Teske, presidente da Associação Brasileira da
Indústria Fitoterápica.

Enquanto isso, investidores estrangeiros fazem cerco à flora brasileira. Por essa razão, o governo planeja construir uma
empresa de biotecnologia na Amazônia e assim controlar a exploração da floresta. “Nós perdemos o bonde da ciência e da
química, mas não podemos perder o da fitoterapia”, afirma José Bandeira Mello, do Laboratório Aché. “Falta uma política
nacional, envolvendo governo, universidade e indústria farmacêutica”, conclui João Calixto, da Universidade Federal de Santa
Catarina.

Publicado em: ervas medicinais medicina natural medicina alternativa plantas medicinais fitoterapia Blogrollon Janeiro 18, 2007
at 12:18 pm Comentários (2)

O que é fitoterapia?
É a cura através das plantas. Esquecidas durante muito tempo pelos ocidentais, as ervas medicinais hoje reassumem seu papel
como o mais valioso recurso terapêutico oferecido pela natureza.

A Fitoterapia consiste no conjunto das técnicas de utilização dos vegetais no tratamento das doenças e na recuperação da
saúde. Comporta numerosas escolas que estudam e empregam as plantas medicinais, das mais simples e empíricas, às
cientificas e experimentais.

Como método terapêutico, a Fitoterapia faz parte dos recursos da medicina natural e está presente também na tradição da
medicina popular e nos rituais de cura indígenas. Em sua forma mais rigorosa, abrange os princípios e as técnicas da botânica e
da farmacologia.

Embora muitas pessoas ignorem a importância das plantas medicinais, sabe-se que toda a farmacologia tem como base
exatamente os princípios ativos das plantas. Na verdade, a farmacologia moderna não existiria sem a botânica, a toxicologia e a
herança de conhecimentos adquiridos através de séculos de prática médica ligada ao emprego dos vegetais.

Apesar do avanço da tecnologia, que diariamente cria novos compostos e substâncias sintéticas com poderes medicinais, mais
de 40% de toda a matéria-prima dos remédios encontrados hoje nas farmácias continua sendo de origem vegetal.

Portanto, a Fitoterapia é um recurso de prevenção e tratamento de doenças através das plantas medicinais. É a forma mais
antiga e fundamental de medicina. A cada dia, as plantas ganham seu espaço como aliadas no reequilíbrio físico do ser humano.
É uma terapia com a propriedade de auxiliar na cura de males profunda, integral e não-agressiva, pois estimula as defesas
naturais do organismo e reintegra o ser humano às suas raízes.

As plantas medicinais vêm sendo usadas por todos os povos e culturas, desde a antiguidade, como principal forma de
tratamento e manutenção da saúde. Isto, por si só, é considerado uma prova de eficácia pela Organização Mundial de Saúde.
Atualmente, com o desenvolvimento da tecnologia, aliado ao interesse em se confirmar o conhecimento da medicina popular,
as plantas medicinais estão tendo seu valor terapêutico pesquisado e ratificado pela ciência e seu uso pelos médicos vem
crescendo.


O que é Dislexia



Entender como aprendemos e o porquê de muitas pessoas inteligentes e, até, geniais experimentarem dificuldades paralelas
em seu caminho diferencial do aprendizado, é desafio que a Ciência vem deslindando paulatinamente, em130 anos de
pesquisas. E com o avanço tecnológico de nossos dias, com destaque ao apoio da técnica de ressonância magnética funcional,
as conquistas dos últimos dez anos têm trazido respostas significativas sobre o que é Dislexia.

A complexidade do entendimento do que é Dislexia, está diretamente vinculada ao entendimento do ser humano: de quem
somos; do que é Memória e Pensamento- Pensamento e Linguagem; de como aprendemos e do por quê podemos encontrar
facilidades até geniais, mescladas de dificuldades até básicas em nosso processo individual de aprendizado. O maior problema
para assimilarmos esta realidade está no conceito arcaico de que: "quem é bom, é bom em tudo"; isto é, a pessoa, porque
inteligente, tem que saber tudo e ser habilidosa em tudo o que faz. Posição equivocada que Howard Gardner aprofundou com
excepcional mestria, em suas pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra Inteligências Múltiplas. Insight que
ele transformou em pesquisa cientificamente comprovada, que o alçou à posição de um dos maiores educadores de todos os
tempos.

A evolução progressiva de entendimento do que é Disléxia, resultante do trabalho cooperativo de mentes brilhantes que têm-
se doado em persistentes estudos, tem marcadores claros do progresso que vem sendo conquistado. Durante esse longo
período de pesquisas que transcende gerações, o desencontro de opiniões sobre o que é Dislexia redundou em mais de cem
nomes para designar essas específicas dificuldades de aprendizado, e em cerca de 40 definições, sem que nenhuma delas
tenha sido universalmente aceita. Recentemente, porém, no entrelaçamento de descobertas realizadas por diferentes áreas
relacionadas aos campos da Educação e da Saúde, foram surgindo respostas importantes e conclusivas, como:

que Dislexia tem base neurológica, e que existe uma incidência expressiva de fator genético em suas causas, transmitido por
um gene de uma pequena ramificação do cromossomo # 6 que, por ser dominante, torna Dislexia altamente hereditária, o que
justifica que se repita nas mesmas famílias;

que o disléxico tem mais desenvolvida área específica de seu hemisfério cerebral lateral-direito do que leitores normais.
Condição que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons" como expressão significativa desse potencial, que está
relacionado à sensibilidade, artes, atletismo, mecânica, visualização em 3 dimenões, criatividade na solução de problemas e
habilidades intuitivas;

que, embora existindo disléxicos ganhadores de medalha olímpica em esportes, a maioria deles apresenta imaturidade
psicomotora ou conflito em sua dominância e colaboração hemisférica cerebral direita-esquerda. Dentre estes, há um grande
exemplo brasileiro que, embora somente com sua autorização pessoal poderíamos declinar o seu nome, ele que é uma de
nossas mentes mais brilhantes e criativas no campo da mídia, declarou: "Não sei por que, mas quem me conhece também sabe
que não tenho domínio motor que me dê a capacidade de, por exemplo, apertar um simples parafuso";

que, com a conquista científica de uma avaliação mais clara da dinâmica de comando cerebral em Dislexia, pesquisadores da
equipe da Dra. Sally Shaywitz, da Yale University, anunciaram, recentemente, uma significativa descoberta neurofisiológica, que
justifica ser a falta de consciência fonológica do disléxico, a determinante mais forte da probabilidade de sua falência no
aprendizado da leitura;

que o Dr. Breitmeyer descobriu que há dois mecanismos inter-relacionados no ato de ler: o mecanismo de fixação visual e o
mecanismo de transição ocular que, mais tarde, foram estudados pelo Dr. William Lovegrove e seus colaboradores, e
demonstraram que crianças disléxicas e não-disléxicas não apresentaram diferença na fixação visual ao ler; mas que os
disléxicos, porém, encontraram dificuldades significativas em seu mecanismo de transição no correr dos olhos, em seu ato de
mudança de foco de uma sílaba à seguinte, fazendo com que a palavra passasse a ser percebida, visualmente, como se
estivesse borrada, com traçado carregado e sobreposto. Sensação que dificultava a discriminação visual das letras que
formavam a palavra escrita. Como bem figura uma educadora e especialista alemã, "... É como se as palavras dançassem e
pulassem diante dos olhos do disléxico".



A dificuldade de conhecimento e de definição do que é Dislexia, faz com que se tenha criado um mundo tão diversificado de
informações, que confunde e desinforma. Além do que a mídia, no Brasil, as poucas vezes em que aborda esse grave problema,
somente o faz de maneira parcial, quando não de forma inadequada e, mesmo, fora do contexto global das descobertas atuais
da Ciência.

Dislexia é causa ainda ignorada de evasão escolar em nosso país, e uma das causas do chamado "analfabetismo funcional"
que, por permanecer envolta no desconhecimento, na desinformação ou na informação imprecisa, não é considerada como
desencadeante de insucessos no aprendizado.

Hoje, os mais abrangentes e sérios estudos a respeito desse assunto, registram 20% da população americana como disléxica,
com a observação adicional: "existem muitos disléxicos não diagnosticados em nosso país". Para sublinhar, de cada 10 alunos
em sala de aula, dois são disléxicos, com algum grau significativo de dificuldades. Graus leves, embora importantes, não
costumam sequer ser considerados.

Também para realçar a grande importância da posição do disléxico em sala de aula cabe, além de considerar o seríssimo
problema da violência infanto-juvenil, citar o lamentável fenômeno do suicídio de crianças que, nos USA, traz o gravíssimo
registro de que 40 (quarenta) crianças se suicidam todos os dias, naquele país. E que dificuldades na escola e decepção que
eles não gostariam de dar a seus pais estão citadas entre as causas determinantes dessa tragédia.

Ainda é de extrema relevância considerar estudos americanos, que provam ser de 70% a 80% o número de jovens delinqüentes
nos USA, que apresentam algum tipo de dificuldades de aprendizado. E que também é comum que crimes violentos sejam
praticados por pessoas que têm dificuldades para ler. E quando, na prisão, eles aprendem a ler, seu nível de agressividade
diminui consideravelmente.

O Dr. Norman Geschwind, M.D., professor de Neurologia da Harvard Medical School; professor de Psicologia do MIT -
Massachussets Institute of Tecnology; diretor da Unidade de Neurologia do Beth Israel Hospital, em Boston, MA, pesquisador
lúcido e perseverante que assumiu a direção da pesquisa neurológica em Dislexia, após a morte do pesquisador pioneiro, o Dr.
Samuel Orton, afirma que a falta de consenso no entendimento do que é Dislexia, começou a partir da decodificação do termo
criado para nomear essas específicas dificuldades de aprendizado; que foi elegido o significado latino dys, como dificuldade; e
lexia, como palavra. Mas que é na decodificação do sentido da derivação grega de Dislexia, que está a significação intrínsica do
termo: dys, significando imperfeito como disfunção, isto é, uma função anormal ou prejudicada; e lexia que, do grego, dá
significação mais ampla ao termo palavra, isto é, como Linguagem em seu sentido abrangente.

Por toda complexidade do que, realmente, é Dislexia; por muita contradição derivada de diferentes focos e ângulos pessoais e
profissionais de visão; porque os caminhos de descobertas científicas que trazem respostas sobre essas específicas
dificuldades de aprendizado têm sido longos e extremamente laboriosos, necessitando, sempre, de consenso, é imprescindível
um olhar humano, lógico e lúcido para o entendimento maior do que é Dislexia.

Dislexia é uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem: em Leitura, Soletração, Escrita, em Linguagem Expressiva
ou Receptiva, em Razão e Cálculo Matemáticos, como na Linguagem Corporal e Social. Não tem como causa falta de interesse,
de motivação, de esforço ou de vontade, como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária.
Dificuldades no aprendizado da leitura, em diferentes graus, é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos.


Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas
vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente...



Disgrafia é uma inabilidade ou atraso no desenvolvimento da Linguagem Escrita, especialmente da escrita cursiva. Escrever
com máquina datilográfica ou com o computador pode ser muito mais fácil para o disléxico. Na escrita manual, as letras podem
ser mal grafadas, borradas ou incompletas, com tendência à escrita em letra de forma. Os erros ortográficos, inversões de
letras, sílabas e números e a falta ou troca de letras e números ficam caracterizados com muita frequência... Ler mais sobre>


Discalculia - As dificuldades com a Linguagem Matemática são muito variadas em seus diferentes níveis e complexas em sua
origem. Podem evidenciar-se já no aprendizado aritmético básico como, mais tarde, na elaboração do pensamento matemático
mais avançado. Embora essas dificuldades possam manifestar-se sem nenhuma inabilidade em leitura, há outras que são
decorrentes do processamento lógico-matemático da linguagem lida ou ouvida. Também existem dificuldades advindas da
imprecisa percepção de tempo e espaço, como na apreensão e no processamento de fatos matemáticos, em sua devida ordem...
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Deficiência de Atenção - É a dificuldade de concentrar e de manter concentrada a atenção em objetivo central, para discriminar,
compreender e assimilar o foco central de um estímulo. Esse estado de concentração é fundamental para que, através do
discernimento e da elaboração do ensino, possa completar-se a fixação do aprendizado. A Deficiência de Atenção pode
manifestar-se isoladamente ou associada a uma Linguagem Corporal que caracteriza a Hiperatividade ou, opostamente, a
Hipoatividade...Ler mais sobre>


Hiperatividade - Refere-se à atividade psicomotora excessiva, com padrões diferenciais de sintomas: o jovem ou a criança
hiperativa com comportamento impulsivo é aquela que fala sem parar e nunca espera por nada; não consegue esperar por sua
vez, interrompendo e atropelando tudo e todos. Porque age sem pensar e sem medir conseqüências, está sempre envolvida
em pequenos acidentes, com escoriações, hematomas, cortes. Um segundo tipo de hiperatividade tem como característica mais
pronunciada, sintomas de dificuldades de foco de atenção. É uma superestimulação nervosa que leva esse jovem ou essa
criança a passar de um estímulo a outro, não conseguindo focar a atenção em um único tópico. Assim, dá a falsa impressão de
que é desligada mas, ao contrário, é por estar ligada em tudo, ao mesmo tempo, que não consegue concentrar-se em um único
estímulo, ignorando outros...Ler mais sobre>

Hipoatividade - A Hipoatividade se caracteriza por um nível baixo de atividade psicomotora, com reação lenta a qualquer
estímulo. Trata-se daquela criança chamada "boazinha", que parece estar, sempre, no "mundo da lua", "sonhando acordada".
Comumente o hipoativo tem memória pobre e comportamento vago, pouca interação social e quase não se envolve com seus
colegas...Ler mais sobre>


Disgrafia

Nos diferentes aspectos da Dislexia, a DISGRAFIA é caracterizada por problemas com a Linguagem Escrita, que dificulta a
comunicação de idéias e de conhecimentos através desse específico canal de comunicação. Há disléxicos sem problemas de
coordenação psicomotora, com uma linguagem corporal harmônica e um traçado livre e espontâneo em sua escrita, embora,
até, possam ter dificuldades com Leitura e/ou com a interpretação da Linguagem Escrita. Mas há disléxicos com graves
comprometimentos no traçado de letras e de números. Eles podem cometer erros ortográficos graves, omitir, acrescentar ou
inverter letras e sílabas. Sua dificuldade espacial se revela na falta de domínio do traçado da letra, subindo e descendo a linha
demarcada para a escrita. Há disgráficos com letra mal grafada mas inteligível, porém outros cometem erros e borrões que
quase não deixam possibilidade de leitura para sua escrita cursiva, embora eles mesmos sejam capazes de ler o que
escreveram. É comum que disgráficos também tenham dificuldades em matemática.

Existem teorias sobre as causas da Disgrafia; uma delas aborda o processo de integração do sentido visão com a coordenação
do comando cerebral do movimento. É especialmente complicado para esses disléxicos, monitorar a posição da mão que
escreve, com a coordenação do direcionamento espacial necessário à grafia da letra ou do número, integrados nos
movimentos de fixação e alternância da visão. Por isto, eles podem reforçar pesadamente o lápis ou a caneta, no ponto de seu
foco visual, procurando controlar o que a mão está traçando durante a escrita. Por isto, também podem inclinar a cabeça para
tentar ajustar distorções de imagem em seu campo de fixação ocular. Disgráficos, com freqüência, experimentam, em
diferentes graus, sensação de insegurança e desequilíbrio com relação à gravidade, desde a infância. Podem surgir atrasos no
desenvolvimento da marcha, dificuldades em subir e descer escadas, ao andar sobre bases em desnível ou em balanço; ao
tentar aprender a andar de bicicleta, no uso de tesouras, ao amarrar os cordões dos sapatos, jogando ou apanhando uma bola.

Tarefas que envolvem coordenação de movimentos com direcionamento visual podem chegar a ser, até, extremamente
complicadas. Dos simples movimentos para seguir uma linha e, destes, para o refinamento da motricidade fina, que envolve o
traçado da letra e do número e de suas seqüências coordenadas, podem transformar-se em trabalho especialmente laborioso.
Razão porque se torna extremamente difícil para o disléxico aprender a escrever pela observação da seqüência de
movimentos ensinadas pelo professor.

Dificuldades também surgem na construção com blocos, no encaixe de quebra-cabeças, ao desenhar, ao tentar estabelecer
valor e direcionamento ao movimento dos ponteiros do relógio na Leitura das horas. A escrita, para o disgráfico, pode tornar-se
uma tarefa muito difícil e exaustiva, extremamente laboriosa e cansativa, podendo trazer os mais sérios reflexos para o
desenvolvimento do ego dessa criança, desse jovem, a falta de entendimento, de diagnóstico e do imprescindível e adequado
suporte psicopedagógico.

"ESSAS CRIANÇAS PODEM SER EXTREMAMENTE BRILHANTES, CAPAZES DE EXCELENTES IDÉIAS, PORÉM COMPLETAMENTE
INCAPAZES DE PASSAR PARA O PAPEL O POTENCIAL DE SUAS CABEÇAS".Dr. LEVINE,M.D.


Formas de Dislexia    


Discalculia

Não existe uma causa única e simples com que possam ser justificadas as bases das dificuldades com a Linguagem Matemática,
que podem ocorrer por falta de habilidade para determinação de razão matemática ou pela dificuldade em elaboração de
cálculo matemático. Essas dificuldades estão atreladas a fatores diversos, podendo estar vinculadas a problemas com o
domínio da leitura e/ou da escrita, na compreensão global do que proponha um texto, bem como no próprio processamento da
linguagem. Há dificuldades diretamente relacionadas à confusão visual-espacial, como outras que têm relação com a
discriminação da seqüência e da ordem precisas de fatos matemáticos e com a lembrança correta de adequação de
procedimentos matemáticos. Embora ocorrendo mais raramente, também podem existir dificuldades em avaliações
comparativas: maior-menor, mais-menos. Também existe a possiblidade do emocional altamente exacerbado dificultar ou,
mesmo, bloquear o pensamento matemático, não possibilitando concentração precisa no foco da lógica matemática,
determinante para elaboração de razão matemática.

Pessoas disléxicas, com freqüência, são bem dotadas em matemática. Elas têm habilidades de visualização em três dimensões,
que as ajudam a assimilar conceitos mais clara e rapidamente que pessoas não disléxicas. Por isto, também é relativamente
comum que esses disléxicos possam resolver complexos problemas matemáticos mentalmente, mesmo que não sejam capazes
de decompor esse calcúlo em suas etapas respectivas. E, embora com essa habilidade ímpar, e por causa deste mesmo
processo de aprendizado diferencial em discalculia, essas pessoas, surpreendentemente, podem experimentar grandes
dificuldades em cálculos aritméticos básicos. E quando esses disléxicos apresentam dificuldades muito pronunciadas em
direcionalidade, rota de memorização e seqüência, isto pode trazer-lhes dificuldades tão pronunciadas, impedindo que seus
dons matemáticos possam ser evidenciados.

Há outros disléxicos que, ao contrário, não encontram grandes dificuldades e, até, podem ser hábeis em cálculos aritméticos,
porém fracassam sempre que uma "incógnita" lhes traga uma abstração que eles não conseguem decodificar. Assim,
encontram sérias dificuldades em matemática mais avançada.

Formas de Dislexia    


Discalculia

Não existe uma causa única e simples com que possam ser justificadas as bases das dificuldades com a Linguagem Matemática,
que podem ocorrer por falta de habilidade para determinação de razão matemática ou pela dificuldade em elaboração de
cálculo matemático. Essas dificuldades estão atreladas a fatores diversos, podendo estar vinculadas a problemas com o
domínio da leitura e/ou da escrita, na compreensão global do que proponha um texto, bem como no próprio processamento da
linguagem. Há dificuldades diretamente relacionadas à confusão visual-espacial, como outras que têm relação com a
discriminação da seqüência e da ordem precisas de fatos matemáticos e com a lembrança correta de adequação de
procedimentos matemáticos. Embora ocorrendo mais raramente, também podem existir dificuldades em avaliações
comparativas: maior-menor, mais-menos. Também existe a possiblidade do emocional altamente exacerbado dificultar ou,
mesmo, bloquear o pensamento matemático, não possibilitando concentração precisa no foco da lógica matemática,
determinante para elaboração de razão matemática.

Pessoas disléxicas, com freqüência, são bem dotadas em matemática. Elas têm habilidades de visualização em três dimensões,
que as ajudam a assimilar conceitos mais clara e rapidamente que pessoas não disléxicas. Por isto, também é relativamente
comum que esses disléxicos possam resolver complexos problemas matemáticos mentalmente, mesmo que não sejam capazes
de decompor esse calcúlo em suas etapas respectivas. E, embora com essa habilidade ímpar, e por causa deste mesmo
processo de aprendizado diferencial em discalculia, essas pessoas, surpreendentemente, podem experimentar grandes
dificuldades em cálculos aritméticos básicos. E quando esses disléxicos apresentam dificuldades muito pronunciadas em
direcionalidade, rota de memorização e seqüência, isto pode trazer-lhes dificuldades tão pronunciadas, impedindo que seus
dons matemáticos possam ser evidenciados.

Há outros disléxicos que, ao contrário, não encontram grandes dificuldades e, até, podem ser hábeis em cálculos aritméticos,
porém fracassam sempre que uma "incógnita" lhes traga uma abstração que eles não conseguem decodificar. Assim,
encontram sérias dificuldades em matemática mais avançada.

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Deficiência de Atenção

Há disléxicos cujo problema central está na dificuldade de focar a atenção, sustentando a coordenação seletiva dessa atenção,
e mantendo esse estado convergente de atenção durante um espaço de tempo necessário à seleção e registro de um
estímulo, possibilitando que se integre na construção do aprendizado. Como, de alguma forma, sempre existe o componente da
atenção em Dislexia, alguns especialistas nomeavam essa dificuldade de aprendizado a partir do seu aspecto de deficiência de
atenção, com as designações: "Attention Deficit Desorder-ADD" - (Distúrbio de Deficiência de Atenção-DDA); e "Attention Deficit
Hyperativity Desorder-ADHD" - (Distúrbio de Deficiência de Atenção com Hiperatividade-DDAH).

Por causa de sua dificuldade em concentrar a atenção, há crianças e adultos que podem tornar-se inacreditavelmente confusos
e inconsistentes. E porque existe uma oscilação no nível da capacidade de concentração dessas pessoas, há dias em que elas
podem melhor corresponder à expectativa escolar ensino-aprendizado, e outros dias em que se apresentam dispersivas,
parecendo ter esquecido tudo o que já haviam aprendido. Por isto, elas podem conseguir uma nota alta em um dia e serem
reprovadas, no mesmo conteúdo, no dia seguinte, na próxima semana ou no mês seguinte. Condição que confunde pais,
professores e o próprio disléxico que não consegue entender por que isto acontece.
E porque, muitas vezes, esses estudantes não são capazes de focar e manter sua atenção seletiva para uma concentração e
resposta satisfatórias, pessoas e, até, profissionais desinformados acerca desse processo, podem exasperar-se e acusá-los de
serem desatentos e negligentes; de não estarem levando seus estudos a sério; de não estarem determinados a aprender; de
serem negligentes e indiferentes ao objetivo de conquistar um bom desempenho escolar quando, na verdade, eles não estão
conseguindo atingir um nivel mínimo necessário de concentração da atenção, para que possam, mentalmente, construir e
entrelaçar as seqüências relacionais em seu mecanismo psicopedagógico pessoal ensino-aprendizado.

O Dr. Mel Levine, M.D., adverte que, "Freqüentemente, essas crianças são classificadas como tendo distúrbios emocionais, e
seus pais podem culpá-las por isto, quando, na verdade, cada uma delas é vítima inocente de uma deficiência escondida, que
interfere no caminho em que o cérebro dessa criança organiza sua habilidade de concentração".


Há crianças que têm problemas de atenção e são, também, impulsivas, porém não são hiperativias. E outras, ao contrário, que
podem ser hipoativas. O Dr Goldberg também esclarece que "DDA-Distúrbio de Deficiêcia de Atenção pode ocorrer sem
nenhum desequilíbrio piscomotor como, também, pode acontecer acompanhado de Hiperatividade em algum de seus
diferentes graus, que podem oscilar entre o quase imperceptível ao irritante e, deste, podendo atingir níveis até
incapacitantes".

Hiperatividade

Criança hiperativa é aquela que nunca pode parar, que está sempre agitada, que não consegue permanecer sentada, imóvel. O
Dr.Serfontein diz que: "Mesmo quando mais velho, se analisado com atenção, o hiperativo revelará algum tipo de movimento
contínuo das pernas, dos pés, dos braços, das mãos, dos lábios, da língua". Especialistas dizem que "...há pais e professores
que, ainda, acreditam que o comportamento da criança ou do jovem hiperativo seja de oposição, e que pode e deve ser
controlado". Por isto se torna muito importante a conscientização de que Hiperatividade é condição orgânica com base
neurológica. E que uma criança ou jovem que se sinta incapaz de controlar os próprios movimentos, sente-se muito mal a
respeito de si mesmo e sua auto-imagem e auto-estima podem tornar-se muito negativas.


Existem duas características diferenciais em Hiperatividade: a primeira delas é da criança hiperativa com comportamento
impulsivo, que fala sem pensar e nunca espera por nada; que não consegue esperar por sua vez, interrompendo e atropelando
tudo e todos, agindo antes de pensar e nunca medindo as conseqüências dessas atitudes. Planeja e decide mal e suas ações
podem ser perigosas. Como bem explicita o Dr. Paul Wender, "Essa criança corre para a rua, sobe no peitoril da janela, trepa em
árvores... Por isto sua cota de escoriações, hematomas, cortes e idas ao médico são significativas". Um segundo tipo de
Hiperatividade tem suas características mais pronunciadas na dificuldade de foco de atenção. Trata-se de uma super
estimulação nervosa que faz com que essa criança passe de um estímulo a outro, não conseguindo focar sua atenção em um
único objetivo, o que dá a impressão de que ela é desligada. Ela se distrai facilmente com um estímulo mínimo que alcance sua
visão, com qualquer som ou cheiro, não conseguindo centralizar sua atenção, suprimindo detalhes de importância irrelevante.
Não é que esse hiperativo não preste atenção em nada, ao contrário, ele presta atenção em tudo, ao mesmo tempo, não sendo
capaz de destacar um estímulo e ignorar outros. Ele não consegue determinar o foco principal dentre estímulos que
bombardeiem seu cérebro, em que deveria fixar sua atenção seletiva. É a resposta a diferentes estímulos, ao mesmo tempo,
que dá a essa criança a característica de hiperativa. Não é que ela esteja desatenta, desligada; ao contrário, o fato dela estar
ligada em tudo que esteja acontecendo a sua volta é que a impede de concentrar sua atenção em um só estímulo.


Hipoatividade

O termo HIPOATIVIDADE expressa a tradução de sua significação literal, exatamente inversa à condição de Hiperatividade.
A criança hipoativa é aquela que parece estar, sempre, no "mundo da lua", "sonhando acordada." Dá a impressão de que nunca
está ligada em nada. Ela tem memória pobre e comportamento vago, pouca interação social, quase não se envolve com seus
colegas e costuma não ter amigos. Hipoatividade se caracteriza por um nível baixo de atividade motora, com reação lenta a
qualquer estímulo. Essa criança não costuma trazer problemas em seu convívio porque é, sempre, muito bem comportada, a
chamada "criança boazinha". Hipoatividade ligada à Dislexia traz uma grande dificuldade a essa criança e jovem, no processar o
que está acontecendo à sua volta, necessitando de um aprimoramento de técnicas em seu programa escolar, com a
necessidade de recursos psicopedagógicos remediativos absolutamente específicos, com um suporte muito mais ativo de
estímulos tanto na escola como em casa e na sociedade.



Na Primeira Infância:

1 - atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;
2 - atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;
3 - parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;
4 - distúrbios do sono;
5 - enurese noturna;
6 - suscetibilidade à alergias e à infecções;
7 - tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;
8 - chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;
9 - dificuldades para aprender a andar de triciclo;
10 - dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.

Observação:

Pesquisas científicas neurobiológicas recentes concluiram que o sintoma mais conclusivo acerca do risco de dislexia em uma
criança, pequena ou mais velha, é o atraso na aquisição da fala e sua deficiente percepção fonética. Quando este sintoma está
associado a outros casos familiares de dificuldades de aprendizado - dislexia é, comprovadamente, genética, afirmam
especialistas que essa criança pode vir a ser avaliada já a partir de cinco anos e meio, idade ideal para o início de um programa
remediativo, que pode trazer as respostas mais favoráveis para superar ou minimizar essa dificuldade.

A dificuldade de discriminação fonológica leva a criança a pronunciar as palavras de maneira errada. Essa falta de consciência
fonética, decorrente da percepção imprecisa dos sons básicos que compõem as palavras, acontece, já, a partir do som da letra
e da sílaba. Essas crianças podem expressar um alto nível de inteligência, "entendendo tudo o que ouvem", como costumam
observar suas mães, porque têm uma excelente memória auditiva. Portanto, sua dificuldade fonológica não se refere à
identificação do significado de discriminação sonora da palavra inteira, mas da percepção das partes sonoras diferenciais de
que a palavra é composta. Esta a razão porque o disléxico apresenta dificuldades significativas em leitura, que leva a tornar-se,
até, extremamente difícil sua soletração de sílabas e palavras. Por isto, sua tendência é ler a palavra inteira, encontrando
dificuldades de soletração sempre que se defronta com uma palavra nova.

Porque, freqüentemente, essas crianças apresentam mais dificuldades na conquista de
domínio do equilíbrio de seu corpo com relação à gravidade, é comum que pais possam submete-las a exercícios nos chamados
"andadores" ou "voadores". Prática que, advertem os especialistas, além de trazer graves riscos de acidentes, é
absolutamente inadequada para a aquisição de equilíbrio e desenvolvimento de sua capacidade de andar, como interfere,
negativamente, na cooperação harmônica entre áreas motoras dos hemisférios esquerdo-direito do cérebro. Por isto, crianças
que exercitam a marcha em "andador", só adquirem o domínio de andar sozinhas, sem apoio, mais tardiamente do que as outras
crianças.
Além disso, o uso do andador como exercício para conquista da marcha ou visando uma maior desenvoltura no andar dessa
criança, também contribui, de maneira comprovadamente negativa, em seu desenvolvimento psicomotor potencial-global, em
seu processo natural e harmônico de maturação e colaboração de lateralidade hemisférica-cerebral.


A Partir dos Sete Anos de Idade:

1 - pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres:
2 - ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;
3 - copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;
4 - a fluência em leitura é inadequada para a idade;
5 - inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;
6 - só faz leitura silenciosa;
7 - ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;
8 - sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;
9 - pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;
10 - esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;
11 - é mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;
12 - ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;
13 - tem grande imaginação e criatividade;
14 - desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";
15 - tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;
16 - porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;
17 - baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;
18 - esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;
19 - perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;
20 - tem mudanças bruscas de humor;
21 - é impulsivo e interrompe os demais para falar;
22 - não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;
23 - é muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;
24 - tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;
25 - embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;
26 - confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;
27 - é comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;
28 - dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;
29 - dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;
30 - depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;
31 - sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;
32 - é capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;
33 - embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;
34 - tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;
35 - boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;
36 - pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;
37 - pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;
38 - é extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;
39 - não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;
40 - pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;
41 - frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;
42 - tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;
43 - tolerância muito alta ou muito baixa à dor;
44 - forte senso de justiça;
45 - muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;
46 - dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;
47 - manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;
48 - com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;
49 - sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;
50 - cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.

Crianças disléxicas apresentam combinações de sintomas, em intensidade de níveis que variam entre o sutil ao severo, de
modo absolutamente pessoal. Em algumas delas há um número maior de sintomas e sinais; em outras, são observadas somente
algumas características. Quando sinais só aparecem enquanto a criança é pequena, ou se alguns desses sintomas somente se
mostram algumas vezes, isto não significa que possam estar associados à Dislexia. Inclusive, há crianças que só conquistam
uma maturação neurológica mais lentamente e que, por isto, somente têm um quadro mais satisfatório de evolução, também em
seu processo pessoal de aprendizado, mais tardiamente do que a média de crianças de sua idade.

Pesquisadores têm enfatizado que a dificuldade de soletração tem-se evidenciado como um sintoma muito forte da Dislexia. Há
o resultado de um trabalho recente, publicado no jornal Biological Psychiatry e referido no The Associated Press em 15/7/02,
onde foram estudadas as dificuldades de disléxicos em idade entre 7 e 18 anos, que reafirma uma outra conclusão de pesquisa
realizada com disléxicos adultos em 1998, constando do seguinte:
que quanto melhor uma criança seja capaz de ler, melhor ativação ela mostra em uma específica área cerebral, quando
envolvida em exercício de soletração de palavras. Esses pesquisadores usaram a técnica de Imagem Funcional de
Ressonância Magnética, que revela como diferentes áreas cerebrais são estimuladas durante atividades específicas. Esta
descoberta enfatiza que essa região cerebral é a chave para a habilidade de leitura, conforme sugerem esses estudos.

Essa área, atrás do ouvido esquerdo, é chamada região ocipto-temporal esquerda. Cientistas que, agora, estão tentando definir
que circuitos estão envolvidos e o que ocorre de errado em Dislexia, advertem que essa tecnologia não pode ser usada para
diagnosticar Dislexia.

Esses pesquisadores ainda esclarecem que crianças disléxicas mais velhas mostram mais atividade em uma diferente região
cerebral do que os disléxicos mais novos. O que sugere que essa outra área assumiu esse comando cerebral de modo
compensatório, possibilitando que essas crianças conseguiam ler, porém somente com o exercício de um grande esforço.